STJ nega regime semiaberto ao ex-deputado Luiz Argôlo

Um dos primeiros presos pela Operação Lava Jato, o ex-deputado federal baiano Luiz Argôlo (SD) teve negado pelo Superior Tribunal de Justiça seu pedido de progressão de pena para o regime semiaberto; decisão é do ministro Felix Fischer, relator da Lava Jato na corte; o magistrado afirmou que a concessão de liminar à defesa do ex-parlamentar seria "prematura", e que a "progressão do regime está condicionada à reparação do dano" por parte do apenado; a defesa de Argôlo havia requerido a migração para o regime semiaberto "sem a exigência de reparação de dano", enquanto não houvesse trânsito julgado da ação

Um dos primeiros presos pela Operação Lava Jato, o ex-deputado federal baiano Luiz Argôlo (SD) teve negado pelo Superior Tribunal de Justiça seu pedido de progressão de pena para o regime semiaberto; decisão é do ministro Felix Fischer, relator da Lava Jato na corte; o magistrado afirmou que a concessão de liminar à defesa do ex-parlamentar seria "prematura", e que a "progressão do regime está condicionada à reparação do dano" por parte do apenado; a defesa de Argôlo havia requerido a migração para o regime semiaberto "sem a exigência de reparação de dano", enquanto não houvesse trânsito julgado da ação
Um dos primeiros presos pela Operação Lava Jato, o ex-deputado federal baiano Luiz Argôlo (SD) teve negado pelo Superior Tribunal de Justiça seu pedido de progressão de pena para o regime semiaberto; decisão é do ministro Felix Fischer, relator da Lava Jato na corte; o magistrado afirmou que a concessão de liminar à defesa do ex-parlamentar seria "prematura", e que a "progressão do regime está condicionada à reparação do dano" por parte do apenado; a defesa de Argôlo havia requerido a migração para o regime semiaberto "sem a exigência de reparação de dano", enquanto não houvesse trânsito julgado da ação (Foto: Romulo Faro)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Bahia 247 - Um dos primeiros presos pela Operação Lava Jato, o ex-deputado federal baiano Luiz Argôlo (SD), condenado a 11 anos e 11 meses de prisão, teve negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) seu pedido de progressão de pena para o regime semiaberto. A decisão é do ministro Felix Fischer, relator da Lava Jato na corte.

O magistrado afirmou que a concessão de liminar à defesa do ex-parlamentar seria "prematura", e que a "progressão do regime está condicionada à reparação do dano" por parte do apenado. O mérito do pedido de habeas corpus será avaliado pela Quinta Turma do tribunal, especializada em direito penal.

A defesa de Argôlo havia requerido a migração para o regime semiaberto "sem a exigência de reparação de dano", enquanto não houvesse trânsito julgado da ação.

continua após o anúncio

Fischer, por sua vez, citou um posicionamento do falecido ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), para justificar a manutenção do ex-deputado na cadeia.

No despacho do STF, consta que "a presunção de inocência não impede que, mesmo antes do trânsito em julgado, o acórdão condenatório produza efeitos contra o acusado".

continua após o anúncio
continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247