STF revoga prisão domiciliar de irmã de Aécio Neves

Ministro do STF Marco Aurélio Mello revogou a prisão domiciliar de Andrea Neves, irmã do senador PSDB Aécio Neves (PSDB-MG); decisão foi estendida a Frederico Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, e ao ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que atuou com o senador Zezé Perrella (PMDB-MG), um dos principais aliados de Aécio em Minas; Mello também revogou o uso de tornozeleira eletrônica pelos investigados, além de derrubar o impedimento de que eles entrassem em contato com outros investigados e a proibição de viagens ao exterior

Ministro do STF Marco Aurélio Mello revogou a prisão domiciliar de Andrea Neves, irmã do senador PSDB Aécio Neves (PSDB-MG); decisão foi estendida a Frederico Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, e ao ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que atuou com o senador Zezé Perrella (PMDB-MG), um dos principais aliados de Aécio em Minas; Mello também revogou o uso de tornozeleira eletrônica pelos investigados, além de derrubar o impedimento de que eles entrassem em contato com outros investigados e a proibição de viagens ao exterior
Ministro do STF Marco Aurélio Mello revogou a prisão domiciliar de Andrea Neves, irmã do senador PSDB Aécio Neves (PSDB-MG); decisão foi estendida a Frederico Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, e ao ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que atuou com o senador Zezé Perrella (PMDB-MG), um dos principais aliados de Aécio em Minas; Mello também revogou o uso de tornozeleira eletrônica pelos investigados, além de derrubar o impedimento de que eles entrassem em contato com outros investigados e a proibição de viagens ao exterior (Foto: Paulo Emílio)


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Minas 247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello revogou a prisão domiciliar de Andrea Neves, irmã do senador e presidente afastado do PSDB Aécio Neves (MG). Decisão foi estendida a Frederico Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, e ao ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que atuou com o senador Zezé Perrella (PMDB-MG), um dos principais aliados de Aécio em Minas.

Mello também revogou o uso de tornozeleira eletrônica pelos investigados, além de derrubar o impedimento de que eles entrassem em contato com outros investigados e a proibição de viagens ao exterior.

Aécio, Andrea, Frederico e Mendherson foram denunciados por suspeita de corrupção, após executivos da JBS firmarem acordos de delações premiadas com o Ministério Público Federal e apresentarem gravações onde Aécio aparece pedindo R$ 2 milhões ao empresário e dono da JBS, Joesley batista.

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