Startups: como fazer o negócio dar certo

A Financiadora de Pesquisas e Estudos (Finep), do Ministério da Ciência e da Tecnologia, anunciou um plano para investir em pelo menos 50 startups no País que faturem até 3,6 milhões anuais; fomentar o mercado é essencial, porém, é preciso estratégia além do capital para sobreviver; um pesquisa do Sebrae mostra que 50% das startups no Brasil morrem em menos de cinco anos; de acordo com Sérgio Itamar, professor de estratégia e inovação do ISAE - Escola de Negócios -, o empresário que começou uma startup deve buscar em primeiro lugar uma organização de apoio a empreendedores; confira mais dicas

A Financiadora de Pesquisas e Estudos (Finep), do Ministério da Ciência e da Tecnologia, anunciou um plano para investir em pelo menos 50 startups no País que faturem até 3,6 milhões anuais; fomentar o mercado é essencial, porém, é preciso estratégia além do capital para sobreviver; um pesquisa do Sebrae mostra que 50% das startups no Brasil morrem em menos de cinco anos; de acordo com Sérgio Itamar, professor de estratégia e inovação do ISAE - Escola de Negócios -, o empresário que começou uma startup deve buscar em primeiro lugar uma organização de apoio a empreendedores; confira mais dicas
A Financiadora de Pesquisas e Estudos (Finep), do Ministério da Ciência e da Tecnologia, anunciou um plano para investir em pelo menos 50 startups no País que faturem até 3,6 milhões anuais; fomentar o mercado é essencial, porém, é preciso estratégia além do capital para sobreviver; um pesquisa do Sebrae mostra que 50% das startups no Brasil morrem em menos de cinco anos; de acordo com Sérgio Itamar, professor de estratégia e inovação do ISAE - Escola de Negócios -, o empresário que começou uma startup deve buscar em primeiro lugar uma organização de apoio a empreendedores; confira mais dicas (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - A Financiadora de Pesquisas e Estudos (Finep), do Ministério da Ciência e da Tecnologia, anunciou nesta semana um plano para investir em pelo menos 50 startups no País que faturem até 3,6 milhões anuais (cada uma receberá até R$ 1 milhão). Fomentar o mercado é essencial, porém, é preciso estratégia além do capital para sobreviver.

Um pesquisa do Sebrae mostra que 50% das startups no Brasil morrem em menos de cinco anos. De acordo com o professor de estratégia e inovação do ISAE — Escola de Negócios, Sérgio Itamar, são vários fatores que levam a esse alto porcentual, mas há quatro principais: produtos pouco criativos, capital insuficiente/ausência de viabilidade do negócio, sócios sem sintonia e equipe despreparada.

“Ainda há uma falta de preparo do empreendedor para o mundo dos negócios. Uma preparação adequada economiza muito tempo e dinheiro. O empreendedor não pode negligenciar o estudo e a sua preparação como executivo, inclusive buscando experiências anteriores”, salienta.

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Como a startup já nasce com vocação para grandes proporções e alcance, os erros podem causar impactos significativos, salienta Itamar. “Os erros de gestão e estratégia, na administração e no controle e prioridade de gastos e fluxo financeiro e no acordo com acionistas devem ser tratados com o devido cuidado”, comenta o professor.  

O que fazer

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Sérgio Itamar frisa que o empresário que começou uma startup deve buscar em primeiro lugar uma organização de apoio a empreendedores — o ISAE, por exemplo, conta com o programa Aceleradora ISAE Business, que apoia projetos e empresas de alunos com ações que incluem networking, capacitação e mentoria, realizada por profissionais, consultores e professores da instituição (todos os anos é aberta também uma vaga para a comunidade).

“Consulte empreendedores com experiência e aprenda o máximo que puder. Um empreendedor de sucesso jamais deixa de aprender e buscar fontes de aperfeiçoamento. Seja humilde em admitir e buscar o conteúdo que lhe falta”, frisa o professor.

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Itamar lembra: o empreendedorismo é, acima de tudo, uma postura. “Então, apesar da importância indelével do preparo pessoal e das competências administrativas, é preciso realizar, fazer acontecer. Não esquecer de seu papel na liderança e protagonismo nessa aventura pelo mundo dos negócios”, completa o especialista.  

 

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