SP tinha central de grampos ilegais
Órgão do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), criado pelo então secretário da Administração Penitenciária Antonio Ferreira Pinto para monitorar presos do PCC, pode ter grampeado pessoas sem ligação com o crime organizado, como delegados
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247 – Uma central de escutas telefônicas mantida pelo Governo de São Paulo para monitorar presos do PCC pode ter grampeado de forma ilegal pessoas sem ligação com o crime organizado, como delegados. O governo de Geraldo Alckmin (PSDB) nega procedimentos ilegais.
O órgão funcionava havia seis anos na sede do comando da Polícia Militar de Presidente Prudente (a 558 km da capital), em uma parceira entre a Secretaria da Segurança Pública e o Ministério Público. Ele foi criado em pelo então secretário da Administração Penitenciária, Antonio Ferreira Pinto.
O Tribunal de Justiça de SP arquivou uma investigação sigilosa contra magistrados por suspeita de autorizar uma série de grampos de forma irregular. A apuração havia sido aberta por determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
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