SP prende 14 por saques e depredação
Polícia suspeita que ladrões que agem no centro da cidade aproveitaram a manifestação na Av. Paulista para roubar; um estudante de arquitetura da FMU também foi detido por atacar a Prefeitura e ajudar a queimar um carro da Record
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247 - A polícia prendeu os primeiros envolvidos nos saques que ocorreram depois das manifestações contra o aumento da tarifa do transporte público anteontem à noite em São Paulo.
Segundo a Folha, dos 69 detidos (oito deles menores), 14 tinham antecedentes criminais, como furto, tráfico de drogas, extorsão e motim em presídio.
Agora, vão responder por furto, roubo qualificado e dano qualificado ao patrimônio.
A principal suspeita da polícia é de que ladrões que agem na região central aproveitaram os tumultos para saquear o comércio. Foram atacadas as lojas Marisa, Dibs, Cacau Show, uma revenda de celulares da Claro e uma agência do Itaú.
Um dos responsáveis por atos de vandalismo na frente da Prefeitura no sexto protesto contra o aumento da tarifa em São Paulo , nessa terça-feira, 18, foi detido e prestou depoimento na sede do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) na quarta-feira, 19. O universitário Pierre Ramon Alves de Oliveira, de 20 anos, é estudante de arquitetura da FMU e foi liberado depois que o pedido de prisão temporária foi negado pela Justiça. Ele atacou a Prefeitura e ajudou a queimar um carro da Record, segundo a polícia.
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