Somente um deputado piauiense votou contra a reforma trabalhista

Com 296 votos favoráveis e 177 contra, a Câmara dos Deputados aprovou o texto base da reforma trabalhista; dos dez deputados da bancada piauiense da Câmara dos deputados, apenas o deputado Assis Carvalho (PT) votou contra a Reforma Trabalhista; o texto principal foi aprovado, mas pode ter mudança porque há 17 destaques apresentados pelos partidos que ainda precisam ser analisados

Com 296 votos favoráveis e 177 contra, a Câmara dos Deputados aprovou o texto base da reforma trabalhista; dos dez deputados da bancada piauiense da Câmara dos deputados, apenas o deputado Assis Carvalho (PT) votou contra a Reforma Trabalhista; o texto principal foi aprovado, mas pode ter mudança porque há 17 destaques apresentados pelos partidos que ainda precisam ser analisados
Com 296 votos favoráveis e 177 contra, a Câmara dos Deputados aprovou o texto base da reforma trabalhista; dos dez deputados da bancada piauiense da Câmara dos deputados, apenas o deputado Assis Carvalho (PT) votou contra a Reforma Trabalhista; o texto principal foi aprovado, mas pode ter mudança porque há 17 destaques apresentados pelos partidos que ainda precisam ser analisados (Foto: Leonardo Lucena)


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247, com Piauí Hoje - Com 296 votos favoráveis e 177 contra, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira, 26, o texto base da reforma trabalhista. Dos dez deputados da bancada piauiense da Câmara dos deputados, apenas o deputado Assis Carvalho (PT) votou contra a Reforma Trabalhista. O texto principal foi aprovado, mas pode ter mudança porque há 17 destaques apresentados pelos partidos que ainda precisam ser analisados. 

Entre as mudanças aprovadas está a prevalência do negociado sobre o legislado, para que os acordos coletivos tenham mais valor do que o previsto na legislação. O texto também prevê divisão das férias em até três períodos - um dos períodos não pode ser inferior a 14 dias corridos e os períodos restantes não podem ser inferiores a cinco dias corridos cada um. A contribuição sindical obrigatória ficou extinta.

Está prevista no projeto a jornada intermitente de trabalho, ou seja, a prestação de serviços de forma descontínua, podendo alternar períodos em dia e hora - neste caso, o emprego não tem horário fixo de trabalho. 

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A proposta impede que o empregado, após de assinar a rescisão contratual, questione posteriormente na Justiça trabalhista, e limita o prazo para o andamento das ações.

Sobre o trabalho temporário, o tempo máximo de contratação sai de três meses para 180 dias, consecutivos ou não, podendo haver uma prorrogação por mais 90 dias, consecutivos ou não, quando permanecerem as mesmas condições.

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A medida prevê um tempo de 18 meses entre a demissão de um trabalhador e sua recontratação, pela mesma empresa, como terceirizado.

Veja como votou cada deputado piauiense:

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Assis Carvalho (PT) - Não

Átila Lira (PSB) - Sim

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Heráclito Fortes (PSB) - Sim

Iracema Portella (PP) - Sim

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Júlio Cesar (PSD) - Sim

Maia Filho (PP) - Sim

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Marcelo Castro (PMDB) - Sim

Paes Landim (PTB) - Sim

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Rodrigo Martins (PSB) - Sim

Silas Freire (PR) - Sim

 

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