Solla diz que empréstimo federal ao RN "devassa perseguição à Bahia"
De um lado, o governo Michel Temer libera empréstimo de R$ 750 milhões para o governo do Rio Grande do Norte via Medida Provisória; do outro, o mesmo governo emperra há 5 meses um empréstimo internacional que o governo da Bahia captou de R$ 600 milhões para investimentos; tratamento diferente, para o deputado federal Jorge Solla (PT), só tem uma explicação: "É a conta política de Temer com ACM Neto, que deu os votos do DEM para salvar sua cabeça em troca de prejudicar o governo do Estado, uma mesquinharia eleitoral, não quer que o governo trabalhe", diz o petista
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Bahia 247 - De um lado, o governo Michel Temer libera empréstimo emergencial de R$ 750 milhões de recursos próprios da União para o governo do Rio Grande do Norte via Medida Provisória; do outro, o mesmo governo emperra há 5 meses um empréstimo internacional que o governo da Bahia captou de R$ 600 milhões para investimentos.
A diferença de tratamentos, para o deputado federal Jorge Solla (PT-BA), só tem uma explicação: "É a conta política de Temer com ACM Neto, que deu os votos do DEM para salvar sua cabeça em troca de prejudicar o governo do Estado, uma mesquinharia eleitoral, não quer que o governo trabalhe", diz o petista.
Enquanto a Bahia tem as contas sanadas, paga os salários em dias e possui uma das menores dívidas comparadas à arrecadação do país, o Rio Grande do Norte não paga o salário dos servidores há três meses. "Ontem Neto tava mais uma vez reunido a portas fechadas com Temer. Se ele gostasse do povo baiano como diz, destravaria o que travou e pediria desculpas. Não fez isso, ao contrário, fica buscando subterfúgios para tentar disfarçar a perseguição que lidera", disse Solla.
Ele afirma que o Tribunal de Contas da União (TCU) mostrou-se desconfortável com a liberação do crédito ao estado do Rio Grande do Norte, o que não foi impeditivo para o auxílio.
"Já para a Bahia inventaram de mudar critérios para rebaixar a nota do estado quatro meses depois que demos entrada em todos os documentos, tentando assim criar argumento para o bloqueio, numa manipulação vergonhosa. O caso do Rio Grande do Norte só devassa ainda mais a espécie de político que é o prefeito, com quem ele anda e os tipos de trato que ele faz".
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