Só o segundo turno pode acalmá-los
Passado o clima de veneração do período pré-eleitoral, no qual os partidos buscam conquistar uns aos outros com a maior troca de afagos e elogios possível, o jogo agora é eleitoral e mais duro; se conseguirem passar para a próxima fase, oposição pode voltar a se unir
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Bahia 247
Desde cedo o cenário de notícias soteropolitano ostenta troca de farpas entre DEM e PMDB. O Bahia 247 publicou no início da manhã reportagemna qual o candidato do DEM à Prefeitura do Salvador, ACM Neto, rebateu as acusações dos peemedebistas de que foi o responsável pelo 'racha' das oposições, que tanto pregaram união para lançar candidatura única com objetivo de derrotar o candidato petista Nelson Pelegrino.
Pouco depois, em seu perfil no Twitter, o ex-ministro da Integração Nacional e atual vice-presidente da Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, rebateu a defesa de Neto e disse que o democrata queria usar a Prefeitura do Salvador para fazer "trampolim" para 2014. Não deixar de fazer sentido a afirmativa de Geddel, afinal, Neto já disse reiteradas vezes que quer ocupar a cadeira de governador da Bahia, que tanto foi ocupada por seu avô.
Contudo, ao tomar conhecimento, o presidente do DEM na Bahia, ex-deputado José Carlos Aleluia, saiu em defesa de seu correligionário. "Mais do que o próprio líder do PMDB, que parece estar cada dia mais certo disso, não tenho dúvidas que ACM Neto vai ser eleito prefeito de Salvador e governará a cidade por quatro anos. De modo que meu amigo Geddel pode dormir sem medo porque ele não vai enfrentar Neto em 2014. Isso pode acontecer em 2018, mas não em 2014", alfinetou Aleluia.
Ao ser questionado por um seguidor no micro blog, Geddel, detentor de uma língua 'afiada', afirmou que não simpatiza com uma possível fusão do DEM com o PMDB. "Muito difícil. Pessoalmente, sou contra. Estudar, eles (o DEM) estudam o que quiserem, conseguir é outra coisa".
Se o leitor buscar notícias sobre DEM e PMDB um mês atrás, vai ter um leque variado de opções para ver os dois partidos rasgando elogios um ao outro e pregando unidade em prol de Salvador, que eles julgam estar "perdida" sob o comando de João Henrique (PP). A julgar pelos comentários dos líderes partidários, 2014 está mais próximo do que se pode pensar.
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