Sindicato quer investigação para concurso da Polícia Civil

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (SINPOLPI), Constantino Júnior, se posicionou sobre a operação que investiga suspeitos de fraudar o concurso da Polícia Civil em 2012; para ele, o ponto mais grave é o fato de se tratar de uma instituição cujo objetivo é combater o crime; "Eu acho muito grave o ponto de vista que está sendo julgado pelo MP porque você tá ingressando numa instituição que trabalha justamente o combate ao crime e está praticando o crime"

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (SINPOLPI), Constantino Júnior, se posicionou sobre a operação que investiga suspeitos de fraudar o concurso da Polícia Civil em 2012; para ele, o ponto mais grave é o fato de se tratar de uma instituição cujo objetivo é combater o crime; "Eu acho muito grave o ponto de vista que está sendo julgado pelo MP porque você tá ingressando numa instituição que trabalha justamente o combate ao crime e está praticando o crime"
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (SINPOLPI), Constantino Júnior, se posicionou sobre a operação que investiga suspeitos de fraudar o concurso da Polícia Civil em 2012; para ele, o ponto mais grave é o fato de se tratar de uma instituição cujo objetivo é combater o crime; "Eu acho muito grave o ponto de vista que está sendo julgado pelo MP porque você tá ingressando numa instituição que trabalha justamente o combate ao crime e está praticando o crime" (Foto: Leonardo Lucena)


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Piauí Hoje - O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (SINPOLPI), Constantino Júnior, se posicionou sobre a operação que investiga suspeitos de fraudar o concurso da Polícia Civil em 2012. Para ele, o ponto mais grave é o fato de se tratar de uma instituição cujo objetivo é combater o crime: "Eu acho muito grave o ponto de vista que está sendo julgado pelo Ministério Público porque você tá ingressando numa instituição que trabalha justamente o combate ao crime e está praticando o crime".

Para o sindicato, os trâmites do processo devem ser respeitados para que a investigação possa ter uma conclusão a respeito da conduta das pessoas. "Porque é um inquérito que vai se transformar numa denúncia, recebimento da denúncia, processo e consequentemente as pessoas supostamente envolvidas terão a oportunidade de se manifestarem. Se houver a confirmação, é muito grave", disse Constantino.

A categoria defende, ainda, que se investiguem outros concursos da Polícia Civil realizados pelo Nucepe, Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos. "Esses concursos, principalmente feitos pela Nucepe, já viraram rotina terem fraude ou tentativas de fraude. Inclusive defendemos que haja uma investigação para outros cargos: delegados, peritos, escrivães, dos outros concursos da polícia. O correto seria o concurso de 2000 pra cá, para uma investigação apurada".

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Ainda de acordo com Constantino Júnior, um advogado preso no concurso do Tribunal de Justiça, à época das investigações, declarou, em seu depoimento, que outros concursos tiveram fraudes. "Nós tivemos conhecimento de um advogado que foi preso na fraude no concurso do TJ, ele disse no seu depoimento que nos concursos para peritos, agentes e escrivães, também sofreram fraudes. Se comprovar a participação dele em outros concursos, que se faça pente fino, principalmente da polícia para que se haja investigação se os policiais hoje foram de fato aprovados em concurso público".

Entenda o caso

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O Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) deflagrou nesta terça-feira (09) a Operação Infiltrados, que investiga suposta fraude no concurso de 2012 para a Polícia Civil. Foram expedidos 23 mandatos de prisão preventiva e 28 de busca e apreensão em cidades do Piauí, Ceará e Pernambuco.

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