Senadores baianos querem explicação do Banco do Brasil sobre bloqueio de empréstimo

A senadora baiana Lídice da Mata (PSB) apresentou requerimento convidando o presidente do Banco do Brasil a comparecer à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para esclarecer a não assinatura dos contratos de crédito, com garantia, a serem celebrados entre a União e o Estado da Bahia, no valor de R$ 600 milhões; os outros senadores baianos, Otto Alencar (PSD) e Roberto Muniz (PP), também assinaram o pedido; os senadores baianos atribuem o bloqueio dos recursos a um boicote articulado pelo prefeito ACM Neto a Michel Temer; "Esse DNA da perseguição eu conheço de perto", afirma Lídice

A senadora baiana Lídice da Mata (PSB) apresentou requerimento convidando o presidente do Banco do Brasil a comparecer à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para esclarecer a não assinatura dos contratos de crédito, com garantia, a serem celebrados entre a União e o Estado da Bahia, no valor de R$ 600 milhões; os outros senadores baianos, Otto Alencar (PSD) e Roberto Muniz (PP), também assinaram o pedido; os senadores baianos atribuem o bloqueio dos recursos a um boicote articulado pelo prefeito ACM Neto a Michel Temer; "Esse DNA da perseguição eu conheço de perto", afirma Lídice
A senadora baiana Lídice da Mata (PSB) apresentou requerimento convidando o presidente do Banco do Brasil a comparecer à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para esclarecer a não assinatura dos contratos de crédito, com garantia, a serem celebrados entre a União e o Estado da Bahia, no valor de R$ 600 milhões; os outros senadores baianos, Otto Alencar (PSD) e Roberto Muniz (PP), também assinaram o pedido; os senadores baianos atribuem o bloqueio dos recursos a um boicote articulado pelo prefeito ACM Neto a Michel Temer; "Esse DNA da perseguição eu conheço de perto", afirma Lídice (Foto: Romulo Faro)


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Bahia 247 - A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou requerimento convidando o presidente do Banco do Brasil a comparecer à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para esclarecer a não assinatura dos contratos de crédito, com garantia, a serem celebrados entre a União e o Estado da Bahia, no valor de 600 milhões de reais. Os senadores baianos Otto Alencar (PSD) e Roberto Muniz (PP) também assinaram o pedido.

Os recursos, que foram aprovados no primeiro semestre deste ano, serão destinados a investimentos nas áreas de educação; mobilidade urbana; infraestruturas urbana, regional e viária. A liberação contou com parecer favorável da Secretaria de Tesouro Nacional, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e do Ministério da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 13 de julho último.

Da publicação oficial também constam os prazos fixados para a concessão do empréstimo e respectivas garantias. No entanto, até o momento, a diretoria do Banco do Brasil não assinou a liberação do empréstimo.

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A bancada baiana do Senado seguirá cobrando posição do governo. "Temos o dever de denunciar essa situação de sabotagem aos baianos. Não vamos descansar enquanto não houver a reversão desse quadro", disse Lídice.

Retaliação

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No plenário do Senado, os baianos Otto e Lídice fizeram duras críticas à demora em liberar os recursos. A recusa na assinatura dos contratos é vista, pelos parlamentares, como retaliação política ao governo do Estado.

Lídice lembrou que enquanto travam o empréstimo ao governo do Estado, a bancada baiana se empenhou em aprovar, também no primeiro semestre, outro empréstimo solicitado pelo prefeito de Salvador, ACM Neto.

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"Com esta atitude de retaliação, não estão fazendo mal somente ao governo do Estado, mas a todo o povo baiano", afirmou Lídice, lembrando que, quando prefeita da capital baiana, também sofreu este tipo de retaliação. "Esse DNA da perseguição eu conheço de perto", afirmou.

Otto disse que o empréstimo não é um favor: "É um direito do Estado da Bahia, que está organizado do ponto de vista fiscal. Não é uma bonificação, como as concedidas pelo governo Temer a alguns estados endividados". Ainda segundo o senador, o governo federal havia se comprometido a liberar o empréstimo exatamente pela capacidade fiscal e de contrapartida do Estado da Bahia.

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Na opinião do senador Roberto Muniz, a união da bancada da Bahia é importante para impedir a retirada de direitos dos baianos: "Estamos juntos lutando para que não seja subtraído nenhum direito do povo baiano", acrescentou.

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