Sem solução dos problemas, estudantes de Odontologia da UFC mantém paralisação
Estudantes do curso de Odontologia da Universidade Federal do Ceará (UFC) que paralisaram as atividades desde ontem (25), estiveram reunidos hoje (26), com a diretoria da Faculdade para tentar solução para os problemas de funcionamento do curso. Os estudantes denunciam a falta de estrutura das clínicas que prestam serviços odontológicos e são utilizadas na formação dos alunos. Também denunciam a precariedade das salas de aula, desprovidas de equipamentos fundamentais para ministração de aulas teórica
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Estudantes do curso de Odontologia da Universidade Federal do Ceará (UFC) que paralisaram as atividades desde ontem (25), estiveram reunidos hoje (26), com a diretoria da Faculdade para tentar solução para os problemas de funcionamento do curso. Os estudantes denunciam a falta de estrutura das clínicas que prestam serviços odontológicos e são utilizadas na formação dos alunos. Também denunciam a precariedade das salas de aula, desprovidas de equipamentos fundamentais para ministração de aulas teórica.
Na reunião de hoje, entre o Centro Acadêmico da Odontologia, que representa os estudantes, e a diretoria da faculdade, ficou acordado que serão tomadas as providências para o adequado funcionamento das salas de aula, mas não houve ainda solução para a manutenção dos equipamentos das clínicas. Segundo a diretora do C.A de Odontologia, Helena Suele, a UFC alega que os processos de licitação para contratação desses serviços são "demorados e burocráticos".
Amanhã (27), os estudantes deverão ter uma reunião com o superintendente de Infraestrutura da UFC, com a presença de chefes de departamentos e da diretoria da faculdade para discutir as ações emergenciais. Na sexta-feira, deverá haver outra reunião, desta vez, com o vice reitor, quando os alunos vão expor à direção superior as causas da paralisação.
Na manhã de hoje, os estudantes fizeram uma passeata, saindo da faculdade e seguindo pela Avenida José Bastos até o Restaurante Universitário do Campus de Porangabussu, para dar maior visibilidade ao movimento e pedir apoio da população. Os estudantes também estão se organizando para participar do ato público da greve geral contra o governo Temer, no próximo dia 28, a partir das 9 horas, na Praça da Bandeira.
A paralisação não tem data para se encerrar, mas na próxima terça-feira (2/5), haverá uma nova assembleia dos estudantes para avaliar a situação e decidir sobre a continuidade ou não do movimento.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247