Seis cidades da Grande SP baixam tarifas
A prefeitura de Guarulhos anunciou que a passagem de ônibus passará de R$ 3,30 para R$ 3,20 a partir do dia 17; Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá e Ribeirão Pires haviam decidido também reduzir a tarifa para R$ 3,20 a partir do dia 15; no interior, São José dos Campos reduziu a passagem em R$ 0,10 e, a partir do dia 15, será de R$ 3,20
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247 – Enquanto a capital enfrenta violentos protestos contra o rejuste das passagens de ônibus, trens e metrô, seis cidades da Grande São Paulo anunciaram a decisão de baixar as tarifas. As prefeituras alegam que, como haviam feito o reajuste no começo do ano, tiveram de recalcular o valor após a publicação da medida provisória que desonerou o transporte público.
Desde 1.º de junho está em vigor a MP que reduziu a zero as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a receita das empresas de transporte. Nos bastidores, políticos afirmam que há pressão do governo federal para que prefeitos de partidos que formam a base aliada reduzam a tarifa para segurar a inflação.
A prefeitura de Guarulhos anunciou que a passagem de ônibus passará de R$ 3,30 para R$ 3,20 a partir do dia 17. Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá e Ribeirão Pires haviam decidido também reduzir a tarifa para R$ 3,20 a partir do dia 15. O mesmo valor já era praticado por Diadema.
No interior, a tarifa dos ônibus de São José dos Campos também foi reduzida em R$ 0,10 e, a partir do dia 15, será de R$ 3,20.
Segundo o Estadão, a Prefeitura de Campinas informou que pediu estudos para decidir se vai baixar preços. Em Sorocaba, movimentos sociais pedem a redução da tarifa, mas, desde quarta-feira, a passagem teve aumento médio de 6,18% - de R$ 2,95 para R$ 3,15.
Em Manaus, a tarifa também caiu. O prefeito da capital amazonense, Arthur Virgílio Neto (PSDB), anunciou, na manhã desta sexta-feira, a redução dos atuais R$ 3,00 para R$ 2,90. "Vou ligar ainda hoje para a presidente Dilma Rousseff e comunicar a ela a nossa postura", avisou Virgílio. "Não sei quantas outras cidades já fizeram isso, mas eu estou fazendo porque o cálculo aponta que é possível a redução. Depois de 17 meses de demora, tive que fazer o reajuste da tarifa porque o sistema estava descapitalizado, desequilibrado", comentou.
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