Secretário diz que governo prefere elevar o ICMS a atrasar a folha

Durante reunião com deputados e empresários na sede da Federação das indústrias do Estado do Piauí (Fiepi), em Teresina, sobre a elevação da alíquota do ICMS de combustíveis, bebidas, cigarros e telecomunicações, o secretário Estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, disse que entre a elevação de impostos e o atraso de salários o governo prefere manter a folha em dia; para ele, a crise financeira que atinge o país é uma realidade que já dura três anos e é a maior da história; "Não à toa você está vendo vários estados do país em situação de colapso, é o que nós queremos evitar aqui no Piauí", argumentou Rafael Fonteles

Durante reunião com deputados e empresários na sede da Federação das indústrias do Estado do Piauí (Fiepi), em Teresina, sobre a elevação da alíquota do ICMS de combustíveis, bebidas, cigarros e telecomunicações, o secretário Estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, disse que entre a elevação de impostos e o atraso de salários o governo prefere manter a folha em dia; para ele, a crise financeira que atinge o país é uma realidade que já dura três anos e é a maior da história; "Não à toa você está vendo vários estados do país em situação de colapso, é o que nós queremos evitar aqui no Piauí", argumentou Rafael Fonteles
Durante reunião com deputados e empresários na sede da Federação das indústrias do Estado do Piauí (Fiepi), em Teresina, sobre a elevação da alíquota do ICMS de combustíveis, bebidas, cigarros e telecomunicações, o secretário Estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, disse que entre a elevação de impostos e o atraso de salários o governo prefere manter a folha em dia; para ele, a crise financeira que atinge o país é uma realidade que já dura três anos e é a maior da história; "Não à toa você está vendo vários estados do país em situação de colapso, é o que nós queremos evitar aqui no Piauí", argumentou Rafael Fonteles (Foto: Voney Malta)


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Piauí 247 – Durante reunião com deputados e empresários na sede da Federação das indústrias do Estado do Piauí (Fiepi), em Teresina, sobre a elevação da alíquota do ICMS para combustíveis, bebidas, cigarros e telecomunicações, o secretário Estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, disse que entre a elevação de impostos e e o atraso de salários o governo prefere manter a folha em dia. "O pior é o atraso de salários do Estado contaminaria a economia como um todo. Nós estamos fazendo isso (elevando imposto) para cobrir o déficit fiscal, que é um déficit estrutural. Então, dos males o menor".

Para ele, a crise financeira que atinge o país é uma realidade que já dura três anos e é a maior crise da história. "Não à toa você está vendo vários estados do país em situação de colapso é o que nós queremos evitar aqui no Piauí", argumentou o secretário.
Do ponto de vista financeiro, o Piauí tem um déficit mensal de mais de R$ 80 milhões apenas com o pagamentode benefícios aposentadorias e pensões pela previdência estadual.

A reunião serviu, ainda, para decidir retirar da proposta original que tramita na Assembleia Legislativa, o reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços sobre a energia elétrica para consumidores de até 200 kw.

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