"Se o PMDB entender que o PT não é fundamental, o PT construirá seu caminho"
Quem avisa é o deputado federal Rogério Carvalho, presidente estadual do PT, diante das muitas especulações em torno de uma suposta aproximação entre o governador em exercício Jackson Barreto (PMDB) e o DEM, do prefeito João Alves Filho; "se o PMDB entender que o PT não é importante, embora eu não acredite nessa possibilidade, mas vai que isso aconteça, o PT é um partido que tem história e disposição para a luta. PT não tem problema de encarar uma candidatura ao Governo do Estado", disse
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Sergipe 247 - O deputado federal Rogério Carvalho, presidente estadual do PT, afirmou nesta sexta-feira (7), que o partido tem discutido o apoio ao vice-governador Jackson Barreto (PMDB) à sucessão do governador Marcelo Déda (PT) em 2014. No entanto, ele frisou que “é importante dizer que o PMDB precisa querer o apoio do PT”.
“Agora é óbvio que se o PMDB entender que o PT não é fundamental, o PT construirá o seu caminho. Se o PMDB entender que o PT não é importante, embora eu não acredite nessa possibilidade, mas vai que isso aconteça, o PT é um partido que tem história e disposição para a luta. Portanto, o PT não tem problema de encarar uma candidatura ao Governo do Estado, de encarar essa luta. É um partido que se construiu nas disputas”, disse, durante o programa “A Hora da Verdade”, apresentado pelo radialista George Magalhães, na Megga FM.
Mas, logo em seguida, Rogério voltou ao discurso mais ameno para ressaltar que atualmente o PT tem construção política com o PMDB. “O PT é o partido que mais tem definição nesta chapa, no sentido de manutenção da aliança com Jackson na disputa do Governo e o PT apontando o candidato para o Senado. Nossa disposição, no momento, é esta, mas a construção política não é só a que o PT vem tentando fazer”, reiterou.
Questionado sobre a reunião ocorrida ontem em Brasília com o ministro do Turismo, Gastão Vieira (PMDB), da qual participaram Jackson, a senadora Maria do Carmo (DEM), o deputado federal Mendonça Prado (DEM), para discutir a liberação de recursos para o Estado, o presidente do PT avaliou que o governador em exercício poderia ter convidado deputados de outras legendas para participar do encontro. “Eu não fiquei sabendo. Se eu tivesse sido convidado eu participaria também”, frisou.
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