Se as eleições fossem "hoje", Dilma seria a candidata do PSB

Possivelmente orientado pelo senador Aécio Neves (PSDB), seu mentor político, o prefeito reeleito de BH, Marcio Lacerda, (PSB) adota discurso paz e amor com a presidente Dilma Rousseff, cujo candidato, Patrus Ananias, foi derrotado no primeiro turno: "Se a eleição fosse hoje não teria (condição de o PSB lançar candidatura própria). A direção nacional reforça sempre a posição de estar apoiando a presidente Dilma e de que a apoiará na sua provável reeleição"

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Minas 247

Não se sabe qual a estratégia, maiores apostas giram em torno da política da boa vizinhança, mas um dia após ser reeleito com vitória em cima do candidato do PT, Patrus Ananias, no primeiro turno, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) disse que, a julgar pelo cenário atual, a presidente Dilma Rousseff seria a candidata do PSB se as eleições fossem hoje.

Afirmativa do socialista foi dada em entrevista ao jornal O Estado de Minas, publicada nesta terça (9), sobre questionamento de o PSB de fato lançar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, candidato a presidente da República em 2014.

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"Se a eleição fosse hoje não teria (condição de o PSB lançar candidatura própria). A direção nacional reforça sempre a posição de estar apoiando a presidente Dilma e de que a apoiará na sua provável reeleição. É a posição nacional do partido", disse, seguro Marcio Lacerda.

Nos bastidores, há quem diga que o prefeito está orientado pelo seu mentor político e virtual candidato à Presidência em 2014, o senador tucano Aécio Neves, a não entrar em rota de colisão com a chefe da nação.

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Lacerda disse ainda que a relação deverá continuar amistosa com a presidente Dilma. "Não vejo nenhuma dificuldade porque ela tem uma relação com os partidos de oposição, como é o caso dos governadores Anastasia (em Minas) e Geraldo Alckmin, em São Paulo, de alto nível, atendendo os interesses da cidade".

"Eleição é uma coisa, administração é outra. Agora, é preciso considerar também que 16 dos partidos da nossa aliança são da base da presidente Dilma em Brasília. Ela não vai brigar com os partidos da base aliada dela. Não faz sentido isso. E quando se trata do interesse do país e da cidade ela não olha cor partidária", disse Lacerda.

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