Saída de Bruno Araújo segue linha defendida por Perillo

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, o seu pedido de exoneração a Michel Temer. Na carta de demissão, o titular das Cidades agradeceu ao presidente da República a oportunidade de comandar a pasta responsável, entre outras coisas, pelo programa Minha Casa, Minha Vida e justificou a saída do governo ao fato de, segundo ele, já não haver dentro do PSDB "apoio no tamanho que permita seguir nesta tarefa; em setembro, o governador goiano Marconi Perillo afirmou que o desembarque de tucanos do governo Temer deveria ser "natural e elegante"

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, o seu pedido de exoneração a Michel Temer. Na carta de demissão, o titular das Cidades agradeceu ao presidente da República a oportunidade de comandar a pasta responsável, entre outras coisas, pelo programa Minha Casa, Minha Vida e justificou a saída do governo ao fato de, segundo ele, já não haver dentro do PSDB "apoio no tamanho que permita seguir nesta tarefa; em setembro, o governador goiano Marconi Perillo afirmou que o desembarque de tucanos do governo Temer deveria ser "natural e elegante"
O ministro das Cidades, Bruno Araújo, o seu pedido de exoneração a Michel Temer. Na carta de demissão, o titular das Cidades agradeceu ao presidente da República a oportunidade de comandar a pasta responsável, entre outras coisas, pelo programa Minha Casa, Minha Vida e justificou a saída do governo ao fato de, segundo ele, já não haver dentro do PSDB "apoio no tamanho que permita seguir nesta tarefa; em setembro, o governador goiano Marconi Perillo afirmou que o desembarque de tucanos do governo Temer deveria ser "natural e elegante" (Foto: José Barbacena)


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Goiás 247 - O ministro das Cidades, Bruno Araújo, o seu pedido de exoneração a Michel Temer. Na carta de demissão, o titular das Cidades agradeceu ao presidente da República a oportunidade de comandar a pasta responsável, entre outras coisas, pelo programa Minha Casa, Minha Vida e justificou a saída do governo ao fato de, segundo ele, já não haver dentro do PSDB "apoio no tamanho que permita seguir nesta tarefa.

Em setembro, o governador goiano Marconi Perillo afirmou que o desembarque de tucanos do governo Temer deveria ser "natural e elegante". "O PSDB foi o principal partido, o protagonista do impeachment... Não se pode colaborar e de repente cruzar os braços e dizer que o problema não é comigo. O PSDB se dividiu ao meio sobre a manutenção ou não do apoio ao presidente... até o final do ano os ministros todos vão desembarcar do governo porque serão candidatos e dificilmente o PSDB voltará a ter nomes participando do governo. Vai ser uma saída mais elegante, menos traumática e mais natural", disse Marconi em setembro.

A saída de Bruno Araújo ocorre no momento em que o PSDB vive um processo de eleição para o diretório nacional. Marconi e o senador Tasso Jereissati disputam o cargo de presidente nacional do partido.

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O governador de Goiás afirmou hoje que não vai desistir da candidatura. Disse também que conversou com Fernando Henrique Cardoso e afirmou ao ex-presidente que concordaria na formação de uma chapa única, mas sem desistir, por enquanto, do seu projeto.

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