Ronaldinho Gaúcho é investigado por outros crimes no Paraguai além do uso de passaportes falsos

Promotor Osmar Legal afirmou que “há indícios de que outros crimes foram cometidos”

Ronaldinho Gaúcho e Roberto de Assis
Ronaldinho Gaúcho e Roberto de Assis (Foto: Jorge Adorno/Reuters)


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247 - Promotor que atua no processo do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis, Osmar Legal afirmou ao Globoesporte neste domingo, 8, que os dois estão sendo investigados por outros crimes além do uso de passaportes falsos.

O promotor disse que "um brasileiro com documentação paraguaia poderia ter a vantagem de participar de negócios em algumas empresas no país. [Vantagens] Que não seriam dadas sem a cidadania paraguaia" e por isso Ronaldinho e seu irmão estão sendo investigados por outros crimes. "Há indícios de que outros crimes foram cometidos", afirmou.

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Na quarta-feira, 4, Ronaldinho e Assis foram detidos após chegar em Assunção e estão presos de maneira preventiva, que pode durar até seis meses, no Paraguai. Eles são processados por uso de documentos paraguaios irregulares. 

A defesa entretanto tentou transformar o caso em prisão domiciliar, alegando que Assis tem um problema no coração e precisa de cuidados médicos.Porém, o promotor afirmou ainda que "é importante que eles [Ronaldinho e Assis] sigam no Paraguai durante esse processo". Osmar Legal também solicitou a prisão preventiva da empresária Dalia López, responsável pela ida da dupla ao Paraguai.

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O representante legal de Ronaldinho e de Assis, Sérgio Queiroz, afirmou em uma entrevista coletiva que a detenção dos dois é “ilícita, ilegal e abusiva”, noticiou o jornal paraguaio ABC Color. Ele reconheceu que Ronaldinho e Assis apresentaram documentos falsos ao entrar no país, mas sem intenção.

“Ronaldo e Roberto não sabiam que era irregular. Para eles, era regular, tanto que apresentaram livremente o documento, [mesmo] podendo mostrar só a cédula [de identificação brasileira, o RG]", argumentou o advogado.

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Em entrevista ao G1 no sábado, 7, Queiroz afirmou que a Justiça do Paraguai cometeu abuso de autoridade ao algemá-los.

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