Ricardo Teixeira multiplicou viagens a Mônaco às vésperas da Copa

O ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira passou boa parte da Copa do Mundo de 2014, do Brasil, visitando seus banqueiros no principado de Mônaco; documentos revelam que o cartola proliferou viagens organizadas por seu banco a Monte Carlo e chegou a ter reservas inclusive em dias de jogos do Brasil no Mundial; quem organizava seu quarto, se comunicava com o hotel e mesmo fazia mudanças no plano não era uma agência de turismo e sim os banqueiros de uma instituição financeira em Mônaco

Brasil, Teres�polis, RJ. 26/03/2009. O presidente da CBF (Confedera��o Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, durante o treino da sele��o brasileira de futebol, na Granja Comary, em Teres�polis, na regi�o serrana do Rio de Janeiro. Os jogadores se prep
Brasil, Teres�polis, RJ. 26/03/2009. O presidente da CBF (Confedera��o Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, durante o treino da sele��o brasileira de futebol, na Granja Comary, em Teres�polis, na regi�o serrana do Rio de Janeiro. Os jogadores se prep (Foto: Romulo Faro)


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247 - O ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira passou boa parte da Copa do Mundo de 2014, do Brasil, visitando seus banqueiros no principado de Mônaco. Documentos revelam que o cartola proliferou viagens organizadas por seu banco a Monte Carlo e chegou a ter reservas inclusive em dias de jogos do Brasil no Mundial, de acordo com o jornal O Estado de São Paulo.

Quem organizava seu quarto, se comunicava com o hotel e mesmo fazia mudanças no plano não era uma agência de turismo e sim os banqueiros de uma instituição financeira em Mônaco. Teixeira deixou a CBF em 2012, enquanto realizava viagens para o principado, dava um endereço em Delray Beach (Flórida) como sua base.

Ainda em 2014 o site francês Mediapart foi o primeiro a noticiar a existência de uma conta de Teixeira em Mônaco. Num áudio, o então diretor do escritório em Mônaco do banco Pasche, Jurg Schmid, afirmava que o brasileiro era um exemplo de cliente que "outros bancos não aceitariam". "Eu sei muito bem que nenhum outro banco em Mônaco quis abrir uma conta para ele", disse, destacando que o ex-cartola traria um importante volume de dinheiro.

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O jornal publicou em outubro passado que a Justiça francesa havia identificado uma conta em nome do brasileiro no valor de US$ 22 milhões (R$ 71,6 milhões). A suspeita é de que o dinheiro que fora depositado nela vinha de sua relação com um fundo do Catar, o mesmo que pagou por um amistoso da seleção brasileira e que também é responsável por erguer obras para a Copa de 2022.

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