Repórter é alvo de assédio de torcedor enquanto trabalha na Rússia

Os casos de assédio às mulheres na Copa do Mundo da Rússia estão virando uma marca desse torneio. Num esporte ainda dominado por homens, a presença das mulheres muitas vezes não é respeitada. As profissionais da imprensa que cobrem o torneio também estão sendo vítimas do machismo e já são vários os casos denunciados. O último foi com a repórter Júlia Guimarães, da Rede Globo

Os casos de assédio às mulheres na Copa do Mundo da Rússia estão virando uma marca desse torneio. Num esporte ainda dominado por homens, a presença das mulheres muitas vezes não é respeitada. As profissionais da imprensa que cobrem o torneio também estão sendo vítimas do machismo e já são vários os casos denunciados. O último foi com a repórter Júlia Guimarães, da Rede Globo
Os casos de assédio às mulheres na Copa do Mundo da Rússia estão virando uma marca desse torneio. Num esporte ainda dominado por homens, a presença das mulheres muitas vezes não é respeitada. As profissionais da imprensa que cobrem o torneio também estão sendo vítimas do machismo e já são vários os casos denunciados. O último foi com a repórter Júlia Guimarães, da Rede Globo (Foto: Fatima 247)


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247 - Os casos de assédio às mulheres na Copa do Mundo da Rússia estão virando uma marca desse torneio. Num esporte ainda dominado por homens, a presença das mulheres muitas vezes não é respeitada.

As profissionais da imprensa que cobrem o torneio também estão sendo vítimas do machismo. Já foram relatados casos envolvendo uma jornalista russa e uma jornalista colombiana, assediadas por torcedores. No jogo Argentina e Islândia, outra profissional foi assediada quando tentava ouvir a opinião de torcedores com camisas da argentina.

Agora foi a vez da brasileira Júlia Guimarães, da Rede Globo, e segundo ela, não foi a primeira vez. Ao portal Globo Esporte, Júlia disse que isso está acontecendo muito na Rússia. "É a segunda vez que isso acontece comigo aqui na Rússia. Eu nunca passei por isso no Brasil, mas que fique bem claro que é por sorte mesmo, porque acontece muito no Brasil, já vimos várias vezes com colegas da imprensa. Estou vivendo isso muito aqui na Rússia, desde olhares agressivos até cantadas em russo, que obviamente eu não entendo, mas sinto", declarou a jornalista.

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Júlia se preparava para fazer uma entrada ao vivo na emissora sobre o jogo entre Senegal e Panamá, em Ecaterimburgo, quando um torcedor, segundo ela russo, invadiu a frente da câmara e tentou lhe beijar no rosto. Assustada, a jornalista reagiu e evitou o beijo, exigindo respeito. 

A jornalista desabafou que se sentia indefesa e vulnerável. "É horrível. Eu me sinto indefesa, vulnerável. Desta vez eu dei uma resposta, mas é triste, as pessoas não entendem. Eu queria entender por que a pessoa acha que tem direito de fazer isso".

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Júlia denunciou ainda que no jogo entre Egito e Uruguai já teria sido vítima do assedio de um torcedor.

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