Renan: “Denúncias contra Temer são contundentes”
Para o governador Renan Filho (PMDB), a retirada de Dilma Rousseff da Presidência só aumentou a turbulência política; segundo ele, “por mais que alguns dos segmentos compreendam que estava se fazendo algo para recuperar o país, a economia parou. Espero que a câmara federal decida o caminho. Não devemos fulanizar, mas buscar a solução institucional que está em tramitação no Congresso Nacional”; Renan também disse que as denúncias contra Temer são contundentes
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Por Vanessa Siqueira e Joyce Marina/cadaminuto.com.br - O governador Renan Filho comentou a situação política do presidente Michel Temer, durante solenidade de assinatura da ordem de serviço para reforma de dois batalhões e da Casa de Custódia, nesta terça-feira (11). Para ele, as denúncias contra Temer são contundentes.
Ontem deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) apresentou parecer favorável à admissibilidade da denúncia pelo crime de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer. Zveiter é o relator do processo que analisará a aceitação, ou não, a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República.
Segundo texto da Agência Brasil, assessores próximos a Temer disseram que o presidente não está pessimista nem otimista, mas trabalhando com a base para barrar a denúncia de corrupção passiva apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Durante a solenidade realizada nesta manhã, Renan Filho comentou a situação e afirmou que as denúncias apresentadas contra o presidente são contundentes. Ele disse que a crise política se agravou após a saída da presidente Dilma Rousseff e que o Congresso Nacional precisa buscar uma solução institucional para o país.
“Faço uma análise não pessoal, mas conjuntural. A retirada da presidente Dilma não foi um alento, a turbulência só aumentou. Por mais que alguns dos segmentos compreendam que estava se fazendo algo para recuperar o país, a economia parou. Espero que a câmara federal decida o caminho para o país. O Brasil tem saída institucional. Não devemos fulanizar, mas buscar a solução institucional que está em tramitação no congresso nacional”, pontuou.
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