Reitor da UFMG foi humilhado durante condução coercitiva, diz jornalista

O reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramírez, teria sido vítima de humilhação por agentes da Polícia Federal, durante o cumprimento do mandado de condução coercitiva na operação deflagrada contra a UFMG; "Às 6 horas, a PF invadiu a casa do reitor Jaime Artur Ramirez, da UFMG, que estava saindo do banho, enrolado numa toalha. Ele pediu alguns minutos para se trocar. Resposta de um dos policiais: - Você não tem mais direito à privacidade, não, rapaz! (Relato do professor Alexandre Neves, da UFMG)", escreveu o jornalista Mario Marona 

O reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramírez, teria sido vítima de humilhação por agentes da Polícia Federal, durante o cumprimento do mandado de condução coercitiva na operação deflagrada contra a UFMG; "Às 6 horas, a PF invadiu a casa do reitor Jaime Artur Ramirez, da UFMG, que estava saindo do banho, enrolado numa toalha. Ele pediu alguns minutos para se trocar. Resposta de um dos policiais: - Você não tem mais direito à privacidade, não, rapaz! (Relato do professor Alexandre Neves, da UFMG)", escreveu o jornalista Mario Marona 
O reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramírez, teria sido vítima de humilhação por agentes da Polícia Federal, durante o cumprimento do mandado de condução coercitiva na operação deflagrada contra a UFMG; "Às 6 horas, a PF invadiu a casa do reitor Jaime Artur Ramirez, da UFMG, que estava saindo do banho, enrolado numa toalha. Ele pediu alguns minutos para se trocar. Resposta de um dos policiais: - Você não tem mais direito à privacidade, não, rapaz! (Relato do professor Alexandre Neves, da UFMG)", escreveu o jornalista Mario Marona  (Foto: Aquiles Lins)


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Minas 247 - O reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramírez, teria sido vítima de humilhação por agentes da Polícia Federal, durante o cumprimento do mandado de condução coercitiva na operação deflagrada contra a UFMG. 

Leia relato que o jornalista Mario Marona fez em seu Facebook sobre o assunto:

"Às 6 horas, a PF invadiu a casa do reitor Jaime Artur Ramirez, da UFMG, que estava saindo do banho, enrolado numa toalha. Ele pediu alguns minutos para se trocar. Resposta de um dos policiais: -- Você não tem mais direito à privacidade, não, rapaz! (Relato do professor Alexandre Neves, da UFMG)", escreveu Marona. 

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