‘Reforma trabalhista é página sombria da história do País’

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) denunciou a tentativa de senadores de aprovar a Reforma Trabalhista fora do Plenário. “Senadores golpistas preparam-se para uma sessão subterrânea. Fora do plenário do Senado, recolhem-se em espaço fechado ao público. A vergonha de acabar com a CLT pode ser perpetrada sem testemunhas. Página sombria da história do Brasil”, disse Margarida Salomão

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) denunciou a tentativa de senadores de aprovar a Reforma Trabalhista fora do Plenário. “Senadores golpistas preparam-se para uma sessão subterrânea. Fora do plenário do Senado, recolhem-se em espaço fechado ao público. A vergonha de acabar com a CLT pode ser perpetrada sem testemunhas. Página sombria da história do Brasil”, disse Margarida Salomão
A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) denunciou a tentativa de senadores de aprovar a Reforma Trabalhista fora do Plenário. “Senadores golpistas preparam-se para uma sessão subterrânea. Fora do plenário do Senado, recolhem-se em espaço fechado ao público. A vergonha de acabar com a CLT pode ser perpetrada sem testemunhas. Página sombria da história do Brasil”, disse Margarida Salomão (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) denunciou, nesta terça-feira (11), a tentativa de senadores de aprovar a Reforma Trabalhista fora do Plenário. “Senadores golpistas preparam-se para uma sessão subterrânea. Fora do plenário do Senado, recolhem-se em espaço fechado ao público. A vergonha de acabar com a CLT pode ser perpetrada sem testemunhas. Página sombria da história do Brasil”, disse Margarida Salomão.

A parlamentar esteve no plenário da Casa ao lado de senadoras que ocupam a Mesa Diretora contra o projeto. Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fátima Bezerra (PT-RN), Regina Sousa (PT-PI), Lídice da Mata (PSB-BA) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) negociam com a Mesa Diretora para que seja aprovado o destaque que impede que mulheres gestantes trabalhem em locais insalubres. "A coragem dessas cinco mulheres em denunciar a covardia desse governo com as trabalhadoras grávidas pode ampliar o debate com a sociedade", analisa a deputada.

Caso o destaque passe no Plenário do Senado, a matéria retornará à Câmara dos Deputados, o que pode permitir a derrubada da matéria e a preservação dos direitos.

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Por ordem do presidente da Casa, Eunício de Oliveira (PMDB-CE), o plenário ficou às escuras, o som foi cortado e a segurança recebeu ordem para retirar todos os assessores que acompanhavam a sessão.DEBATES IMPEDIDOS

As senadoras oposicionistas foram as primeiras a chegar ao plenário na manhã desta terça-feira e foram as responsáveis pela abertura da sessão, pontualmente às 11 horas, como estava agendado.

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Exercendo a presidência da sessão, elas pretendiam viabilizar o debate sobre os destaques antes da votação. Tudo corria dentro da normalidade até a chegada do presidente da Casa, Eunício de Oliveira, por volta das 12 horas. Ele exigiu a retirada das senadoras da Mesa. Diante da recusa, o peemedebista declarou encerrada a sessão, mandou desligar o som e apagar as luzes do plenário.

“Uma vergonha. Eunício suprime o debate democrático. Outros senadores golpistas gritam ofensas contra as Senadoras”, resumiu a deputada.

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