Rede prepara ação para impedir governo de contratar sem concurso

O partido afirma, através de nota publicada pelo ex-juiz Marlon Reis, pré-candidato ao governo, que a “irresponsabilidade fiscal” e a “incompetência” dos atuais gestores colocaram o Tocantins em situação grave; decisão de entrar com a ação ocorreu após a repercussão do pagamento do décimo terceiro ter sido liberado apenas para parte do funcionalismo; objetivo é impedir que o governo Marcelo Miranda (PMDB) contrate pessoal sem concurso público por conta do grave momento financeiro

O partido afirma, através de nota publicada pelo ex-juiz Marlon Reis, pré-candidato ao governo, que a “irresponsabilidade fiscal” e a “incompetência” dos atuais gestores colocaram o Tocantins em situação grave; decisão de entrar com a ação ocorreu após a repercussão do pagamento do décimo terceiro ter sido liberado apenas para parte do funcionalismo; objetivo é impedir que o governo Marcelo Miranda (PMDB) contrate pessoal sem concurso público por conta do grave momento financeiro
O partido afirma, através de nota publicada pelo ex-juiz Marlon Reis, pré-candidato ao governo, que a “irresponsabilidade fiscal” e a “incompetência” dos atuais gestores colocaram o Tocantins em situação grave; decisão de entrar com a ação ocorreu após a repercussão do pagamento do décimo terceiro ter sido liberado apenas para parte do funcionalismo; objetivo é impedir que o governo Marcelo Miranda (PMDB) contrate pessoal sem concurso público por conta do grave momento financeiro (Foto: Voney Malta)


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Tocantins 247 – A Rede Sustentabilidade aproveitou a repercussão do pagamento do décimo terceiro salário em dezembro para apenas parte do funcionalismo para anunciar que estuda propor medidas judiciais e administrativas para impedir o Palácio Araguaia de contratar pessoal sem concurso público. Para o partido, que tem o advogado Marlon Reis como pré-candidato a governador, contratações no grave momento financeiro devem ser “detidas”.

O partido afirma que a “irresponsabilidade fiscal” e a “incompetência” dos atuais gestores colocaram o Tocantins em situação grave. “Os servidores públicos têm o direito de ver cumprida a lei. Não há justificativa para o atraso no pagamento de salários e do décimo terceiro”, discorre a nota. O Rede Sustentabilidade ainda acusa o governo de apropriar-se indevidamente de recursos que deveriam ser repassados para pagamento dos consignados, Igeprev e Plansaúde.

“A Rede Sustentabilidade se solidariza com os servidores públicos do Tocantins e anuncia para breve medidas de impacto não apenas em sua defesa, como, por consequência, de toda a sociedade, que depende do correto funcionamento dos serviços públicos”, conclui.

O governo do Tocantins pagou na quarta-feira (20) o 13º salário de 36.192 servidores (66,12%) do Executivo. Os demais receberão até o dia 31 de janeiro de 2018, de acordo com reportagem publicada no site Cleber Toledo (leia aqui). 

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