“Quero justiça”, diz mulher agredida por segurança do Metrô de SP
A vendedora ambulante Juliana Piva dos Santos disse que levará "até onde puder" o caso da agressão sofrida por um segurança do Metrô-SP; "Eu quero justiça, eu vou levar o caso até onde puder, porque eu estou desempregada, ela também, nós somos vendedoras ambulantes e essas coisas que a gente passa no metrô no dia a dia, eles são frenquentes, entendeu?"; de acordo com o boletim de ocorrência, a mulher estava no vagão da Linha 3-Vermelha, quando foi abordada pelo agente que exigiu que ela pegasse papeis do chão - ela tinha jogado; a mulher se recusou e os dois discutiram; o segurança a pegou “pelos braços e a retirou do vagão e também deferiu um tapa no rosto”
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SP 247 - A vendedora ambulante Juliana Piva dos Santos disse que levará "até onde puder" o caso da agressão sofrida por um segurança do Metrô de São Paulo, investigado pela Polícia Civil. Juliana foi agredida na plataforma da Estação Vila Matilde, da Linha 3-Vermelha do Metrô.
"Eu quero justiça, eu vou levar o caso até onde puder, porque eu estou desempregada, ela também, nós somos vendedoras ambulantes e essas coisas que a gente passa no metrô no dia a dia, eles são frenquentes, entendeu?", disse Juliana à imprensa.
De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 18h10, a mulher estava sentada no chão do vagão da Linha 3-Vermelha, quando foi abordada pelo agente que exigiu que ela pegasse papeis do chão - ela mesma tinha jogado. A mulher se recusou e os dois começaram a discutir. Depois, o segurança a pegou “pelos braços e a retirou do vagão e também deferiu um tapa no rosto”.
Em nota, o Metrô afirma que "atuação do empregado não condiz com as diretrizes de atendimento da Companhia". "Por isso, o agente de segurança envolvido na ocorrência foi afastado de suas funções para apuração".
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