“Querem fabricar uma eleição, mas esqueceram de combinar com o povo”

O deputado federal Reginaldo Lopes (PT/MG) comentou em seu Twitter a pesquisa CNT/MDA em que Lula permanece na liderança isolada e vence no segundo turno em todos os cenários possíveis, contra qualquer adversário; “Querem fabricar uma eleição, mas esqueceram de combinar com o povo! 61% não sabe em quem votar”, afirmou; “Se Lula tivesse 1% não seria perseguido. Foi preso porque incomoda”

Brasília - Deputado Reginaldo Lopes (PT/MG) durante sessão de discussão do processo de impeachment de Dilma, no plenário da Câmara (Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília - Deputado Reginaldo Lopes (PT/MG) durante sessão de discussão do processo de impeachment de Dilma, no plenário da Câmara (Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - O deputado federal Reginaldo Lopes (PT/MG) comentou em seu Twitter a pesquisa CNT/MDA divulgada hoje (14), em que Lula permanece na liderança isolada e vence no segundo turno em todos os cenários possíveis, contra qualquer adversário.

“Querem fabricar uma eleição, mas esqueceram de combinar com o povo! 61% não sabe em quem votar”, afirmou o parlamentar sobre o cenário em que o instituto não considera o ex-presidente Lula na disputa ao planalto. “Que legitimidade tem uma eleição em que o líder de todas as pesquisas é preso sem provas no ano do pleito? Se Lula tivesse 1% não seria perseguido. Foi preso porque incomoda”, completou.

De acordo com o parlamentar, a “ideia Lula”, de distribuir oportunidades, está criminalizada no Brasil. “Será, porém, a única forma do país se desenvolver de forma justa. As elites brasileiras não querem o desenvolvimento, tampouco justiça social. E o Lula nasceu para ser essa pedra no sapato da elite brasileira”.

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O deputado pontuou que é necessário o descongelamento dos investimentos públicos, “que Temer chama de gastos”, além de um “pesado programa de obras públicas”. Lopes defendeu também um programa de Renda Mínima Cidadã e a revogação das reformas de Temer, que retiram direitos e prejudicam os trabalhadores. “Revogaria as reformas de Temer, mas não estou negando a existência de uma crise fiscal. Mas acredito que não podemos fazer o povo pagar sozinho pela crise, enquanto há tantos privilégios nesse país. O Brasil precisa de uma reforma tributária justa”, concluiu.

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