‘PT não vai apoiar qualquer nome em eleição indireta’
Líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT/PE) descartou a possibilidade de o PT apoiar quaisquer nomes caso Michel Temer caia e haja uma eleição indireta no País; "Inexiste essa possibilidade, pois entendemos que estamos diante de uma processo ilegítimo", disse em entrevista ao jornalista Robert Lobato, do Maranhão; ele também criticou a condenação do ex-presidente Lula; segundo ele, trata-se de um "processo político" e o magistrado "criou uma teoria para condenar o Lula"
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Por Robert Lobato, em seu blog - O líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT/PE), descartou a possibilidade de o PT apoiar quaisquer nomes caso o presidente Michel Temer caia e haja uma eleição indireta no país.
"Inexiste essa possibilidade, pois entendemos que estamos diante de uma processo ilegítimo", disse Humberto em entrevista ao jornalista Robert Lobato, do Maranhão.
Humberto Costa também foi duro ao criticar a condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sérgio Moro por entender que se trata de um "processo político" e afirmou que o magistrado "criou uma teoria para condenar o Lula".
O senador pernambucano também respondeu sobre a possibilidade de o PT apoiar a candidatura do ex-governador Ciro Gomes (PDT) a presidente da República caso Lula realmente fique impossibilitado de concorrer ao pleito do ano que vem.
Para o parlamentar petista, além de ser muito cedo para tratar do assunto, ele acredita que o Ciro "tem boas posições políticas, foi um bom governador, mas é inegável que possui um temperamento pessoal extremamente difícil de ser administrado, então corre-se o risco de, o apoiando, não chegarmos nem ao final da campanha".
Por fim, Humberto Costa comentou sobre um convite supostamente feito pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), para que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), seja candidato.
"O governador tem feito um bom trabalho no Maranhão, tem implementado políticas sociais avançadas, mas vai caber a ele decidir, que está fazendo uma mudança de poder no Maranhão, se deveria deixar isso pela metade", disse.
Escute aqui a da entrevista.
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