PT Ceará adia encontro que vai definir candidaturas e coligações

O PT do Ceará adiou para o dia 28 de julho o Encontro de Tática Eleitoral que vai definir as candidaturas majoritárias e proporcionais do partido para as eleições de 2018, seguindo orientação da direção nacional do partido. A decisão da direção nacional do partido tem como base as tratativas com os partidos de centro-esquerda em torno da candidatura de Lula. No Ceará, a discussão da composição da chapa do Senado Federal ainda é o principal problema do PT. O adiamento poderá servir para o partido ganhar tempo e tentar construir a unidade      

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Ceará 247 - O PT do Ceará adiou para o dia 28 de julho o Encontro de Tática Eleitoral que vai definir as candidaturas majoritárias e proporcionais do partido para as eleições de 2018. Previsto inicialmente para 8 de julho, a direção nacional do partido orientou todos os diretórios a adiar para o final de julho esses encontros.

A decisão da direção nacional do partido tem como base as tratativas com os partidos de centro-esquerda em torno da candidatura de Lula à Presidência da República. Em nível nacional, o PT pode realizar seu encontro até 5 agosto.

No Ceará, a discussão da composição da chapa do Senado Federal ainda é o principal problema do PT. O adiamento poderá servir para o partido ganhar tempo e tentar construir a unidade. O atual senador José Pimentel defende sua reeleição, mas a estratégia eleitoral do governador petista Camilo Santana aponta na direção de apoio à Cid Gomes(PDT) e Eunício Oliveira(PMDB) para ocuparem as duas vagas. Lideranças do partido evitam tratar do assunto publicamente para não acirrar as discussões, mas internamente o partido está dividido. 

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Nas eleições proporcionais, o partido já definiu sair com chapa própria para deputado estadual, mas admite discutir uma coligação, se for necessário para ajudar na aliança com os demais partidos que apoiarão a reeleição de Camilo Santana. Só não acetam a proposta do chamado 'blocão" com o PDT. Na avaliação dos atuais parlamentares, uma coligação com o PDT reduziria a bancada petista na Assembleia. Para deputado federal, o PT tem interesse numa coligação mas se prepara para sair sozinho, se for caso. 

Enquanto avalia o cenário local, com o adiamento do encontro, a prioridade do partido é retomar a defesa do direito de Lula ser candidato e colocar a campanha nas ruas. Esta semana, uma reunião da comissão da direção estadual responsável pela definição da agenda da campanha do ex-presidente Lula definiu pela retomada de atividades no bairros e Fortaleza e na Região Metropolitana. A agenda deve começar na próxima semana, com caminhadas no Lagamar em Maracanaú. 

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