PSB será o "fiel" da balança na briga pelo Senado
O PSB decide ao longo da noite desta quinta-feira (31) para qual lado penderá o seu apoio na disputa pela Presidência do Senado. “Não apoio Renan (Calheiros - PMDB)O PT e o PMDB têm um entendimento que não é o nosso. Os quatro senadores do PSB entenderam que é hora de renovar o Senado e a candidatura de Renan não simboliza isto”, declarou o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos
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Paulo Emílio _PE247 - O PSB decide ao longo da noite desta quinta-feira para qual lado penderá o seu apoio na disputa pela Presidência do Senado. A informação foi dada pelo governador de Pernambuco e presidente nacional da legenda, Eduardo Campos, em entrevista a uma rádio de Pernambuco. “Não apoio Renan (Calheiros, candidato do PMDB ao cargo). O PT e o PMDB têm um entendimento que não é o nosso. Os quatro senadores do PSB entenderam que é hora de renovar o Senado e a candidatura de Renan não simboliza isto”, declarou. Apesar do envolvimento na disputa pela Casa Alta, Eduardo disse que não vai se envolver na disputa pela Câmara, onde Júlio Delgado disputa o comando da Mesa Diretora pelo PSB.
De acordo com o governador e potencial candidato à Presidência da República em 2014, a nota emitida pelos senadores do PSB justificando o fato de não apoiar a candidatura do PMDB retrata fielmente a posição do partido. Para ele “a saída do decano José Sarney (PMDB) da Presidência do Senado” representa um momento de renovar o comando da Casa Legislativa que nos últimos anos vem sendo exercido por um revezamento entre PT e PMDB. “Claro que o pano de fundo das denúncias contra Renan contribui, mas a questão vai mais além. É hora do Senado ser presidido por alguém que consiga isto, mudar esta situação, e a candidatura de Renan não representa isto”, disse em entrevista ao Programa Frente a Frente.
Sobre a disputa pela Câmara, Eduardo disse que o PSB possui candidato próprio (Júlio Delgado) e que o partido está trabalhando em prol da sua candidatura. “Este é um assunto que diz respeito a Câmara, ao Legislativo. Não vou me envolver. Temos o nosso candidato e quando disse que votaria nele se fosse deputado deixei isto claro. Mas não vou me envolver diretamente”, comentou.
A respeito das especulações se será candidato ou não em 2014, Campos repetiu o mote de que 2014 fica para 2014. “Minha tarefa é governar Pernambuco, O debate sucessório está açodado. Nem era para discutir eleição agora. Falei sobre isto com a presidente Dilma (Rousseff – PT). Tem que fazer a economia crescer, investir em educação, rever o pacto federativo e outros assuntos que devem entrar na pauta de 2014. Mas agora não é hora de discutir isso", afirmou.
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