PSB reúne diretório e manda recado sobre 2014
Na pauta da reunião realizada em Brasília estava uma maior participação da legenda em questões de cunho nacional como a crise econômica e a revisão do bolo tributário entre os municípios, estados e União; entes federativos. Com essa agenda, o PSB pretende ganhar corpo visando as eleições de 2014; A legenda diz que irá apoiar a reeleição da presidente Dilma Roussef em 2014, mas o governado do Ceará, Cid Gomes, mandou o aviso: “Trabalhamos com a hipótese de que Dilma seja candidata à reeleição. Se não for, zera tudo”
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PE247 - Turbinado pelo crescimento nas urnas durante o primeiro turno das eleições municipais, o PSB promoveu, ontem (10), em Brasília, a primeira reunião do seu diretório nacional para discutir os rumos do partido a partir de agora. Na pauta, uma maior participação da legenda em questões de cunho nacional, como a crise econômica e a revisão do bolo tributário entre os diversos entes federativos. Com essa agenda, o PSB pretende ganhar corpo visando as eleições de 2014. Embora diga apoiar a reeleição da presidente Dilma Roussef em 2014, o governador do Ceará, Cid Gomes, mandou o recado: “Trabalhamos com a hipótese de que Dilma seja candidata à reeleição. Se não for, zera tudo”, advertiu.
O presidente nacional da sigla, o governador Eduardo Campos, se posicionou de maneira mais discreta, muito embora tenha deixado o assunto em aberto. “Há uma crise internacional profunda. O Brasil tem uma pauta densa no Congresso e nós queremos ajudar a presidente. A pauta de 2014,deixa para 2014”, observou.
Decidido a tornar o partido e a si próprio um nome forte no cenário nacional, Campos anunciou um seminário com os prefeitos eleitos pela legenda já em novembro. O objetivo é discutir a situação econômica e financeira dos municípios diante do novo cenário internacional e das medidas tomadas pelo Governo federal para estimular a economia e que terão impacto direto na redução dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
Como se observa, Campos vem agindo de forma cautelosa para evitar novas rusgas com o PT. Mas caso a oportunidade se mostre viável, ele não a deixará passar em branco.
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