Protesto contra Alckmin acaba em 13 prisões
Ato, que também pediu a saída do governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), reuniu cerca de 300 pessoas na av. Paulista. Polícia acusa o grupo de atirar bombas caseiras e pedras contra tropa, que reagiu e arrastou pela rua um dos detidos
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247 – A manifestação unificada contra os governadores de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB-RJ) ontem à noite, na avenida Paulista, terminou em confronto entre policiais e ativistas.
Treze pessoas, duas delas menores, foram detidas, segundo advogados e a PM (Polícia Militar), próximo à rua da Consolação, por picharem uma farmácia. Polícia acusa o grupo de atirar bombas caseiras e pedras contra tropa, que reagiu e arrastou pela rua um dos detidos.
O protesto, com cerca de 300 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, saiu do Viaduto do Chá, passou pela avenida 23 de Maio e pela avenida Brigadeiro Luiz Antônio antes de chegar à avenida Paulista. Eles protestavam o contra o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza no Rio de Janeiro, após ser levado por policiais militares para a sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).
Durante o trajeto na avenida Paulista, os manifestantes tentaram avançar sobre agências bancárias e deram gritos de guerra em favor da depredação. A polícia, no entanto, atuou para impedir.
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