Projeto-piloto levará microcrédito às favelas brasileiras

As comunidades de Heliópolis e Paraisópolis receberão, em 30 dias, o projeto piloto que vai oferecer microcrédito às favelas brasileiras; foi assinado, em Brasília, o Acordo de Cooperação entre o Sebrae e o BNDES que amplia acesso a crédito aos microempreendedores individuais (MEI); “O entendimento do BNDES em relação aos pequenos negócios era outro, agora estamos falando a mesma língua; os recursos estavam concentrados e o Sebrae e o Banco estão aqui para enfrentar os desafios”, enfatizou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos

As comunidades de Heliópolis e Paraisópolis receberão, em 30 dias, o projeto piloto que vai oferecer microcrédito às favelas brasileiras; foi assinado, em Brasília, o Acordo de Cooperação entre o Sebrae e o BNDES que amplia acesso a crédito aos microempreendedores individuais (MEI); “O entendimento do BNDES em relação aos pequenos negócios era outro, agora estamos falando a mesma língua; os recursos estavam concentrados e o Sebrae e o Banco estão aqui para enfrentar os desafios”, enfatizou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos
As comunidades de Heliópolis e Paraisópolis receberão, em 30 dias, o projeto piloto que vai oferecer microcrédito às favelas brasileiras; foi assinado, em Brasília, o Acordo de Cooperação entre o Sebrae e o BNDES que amplia acesso a crédito aos microempreendedores individuais (MEI); “O entendimento do BNDES em relação aos pequenos negócios era outro, agora estamos falando a mesma língua; os recursos estavam concentrados e o Sebrae e o Banco estão aqui para enfrentar os desafios”, enfatizou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos (Foto: Leonardo Lucena)


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Agência Sebrae - As comunidades de Heliópolis e Paraisópolis receberão, em 30 dias, o projeto piloto que vai oferecer microcrédito às favelas brasileiras. Foi assinado nesta quarta-feira (17), em Brasília, o Acordo de Cooperação entre o Sebrae e o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) que amplia acesso a crédito aos microempreendedores individuais (MEI). “O entendimento do BNDES em relação aos pequenos negócios era outro, agora estamos falando a mesma língua. Os recursos estavam concentrados e o Sebrae e o Banco estão aqui para enfrentar os desafios”, enfatizou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. “Com este Acordo, o Sebrae volta às suas origens”. As fintechs serão o instrumento utilizado para facilitar e orientar o acesso ao crédito.

O BNDES vem desenvolvendo ações para simplificar, agilizar e ampliar o acesso ao crédito das micro e pequenas empresas. O Canal do Desenvolvedor MPME (www.bndes.gov.br/canal-mpme) começou a operar em junho do ano passado e por meio dele já foram realizadas mais de 25 mil solicitações de financiamento. A maior parte do público que acessa a ferramenta (95%) é formada por micro e pequenas empresários, majoritariamente do setor de comércio e serviços. Até agora, mais de 250 operações foram originadas no Canal e representaram R$ 100 milhões em novos negócios com MPEs.

"Essa ferramenta dá mais poder ao empreendedor na negociação de melhores condições de financiamento para desenvolver o seu negócio. Além disso, responde à necessidade de modernização do modelo de negócios do BNDES no atendimento às MPEs, com maior rapidez, simplicidade, proximidade e transparência”, afirma o diretor do BNDES, Ricardo Luiz de Souza Ramos.

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Até 280 mil pequenos negócios serão beneficiados pelo acordo de cooperação técnica, que será executado pelos próximos dois anos, com foco em quatro eixos principais. O eixo sobre concessão de crédito orientado e garantias é o que abarca o maior número de ações: orientação e capacitação para acesso a financiamentos; concessão de crédito para as MPE; oficinas, cursos e seminários; e sistemas garantidores de crédito. O segundo eixo, canais de distribuição de crédito e financiamento, traz como desafio a utilização das fintechs para melhorar o acesso a crédito para esses empresários. A capitalização das micro e pequenas empresas e o relacionamento institucional constituem os dois últimos eixos. Com isso, espera-se que os financiamentos com MPEs cheguem a R$ 6 bilhões nos próximos dois anos.

 

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