Professores paralisam mais de 100 escolas
No dia 23 de maio, 32 escolas paralisaram suas atividades depois que o sindicato dos trabalhadores e o sindicato patronal não chegaram a acordo sobre a convenção coletiva da categoria; nesta terça-feira mais de 100 escolas haviam aderido à paralisação, segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro); nova proposta do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp) garantiu a manutenção da convenção coletiva vigente por mais um ano, mais reajuste salarial de 3% e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 15%
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São Paulo 247 - No dia 23 de maio, 32 escolas paralisaram suas atividades depois que o sindicato dos trabalhadores e o sindicato patronal não chegaram a acordo sobre a convenção coletiva da categoria, informa Juliana Borges no site Brasil de Fato. Nesta terça-feira mais de 100 escolas haviam aderido à paralisação, segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro).
"Hoje paramos mais de 100 escolas e, pela manhã, certamente pressionados pelo movimento de paralisação, o presidente do sindicato patronal procurou o nosso presidente", afirmou o professor José Faro. A nova proposta vinda do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp) garantiu a manutenção da convenção coletiva vigente por mais um ano, mais reajuste salarial de 3% e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 15%".
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