Professores encerram greve nas escolas particulares
A greve dos professores da rede privada de ensino em Pernambuco chegou ao fim após uma semana de paralisação; a categoria decidiu retomar as atividades depois de ter suas reivindicações atendidas, sobretudo o reajuste salarial, que passou de R$ 6,00 para R$ 6,72 hora/aula (nível 1 – educação infantil e ensino fundamental 1) e de R$ 7,04 para R$ 7,67 (nível 2 – ensino fundamental 2, nível médio e curso profissionalizantes); conforme o sindicato, a greve afetou 300 mil alunos em 75% das escolas no Estado
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Leonardo Lucena_PE247 – A greve dos professores da rede privada de ensino em Pernambuco chegou ao fim após uma semana de paralisação. O Sindicato dos Professores da Rede Particular de Ensino (Sinpro-PE), em assembleia realizada nesta quarta-feira (12), na sede da entidade, bairro de Santo Amaro, região central do Recife, decidiu retomar as atividades depois de ter suas reivindicações atendidas, sobretudo o reajuste salarial, que passou de R$ 6,00 para R$ 6,72 hora/aula (nível 1 – educação infantil e ensino fundamental 1) e de R$ 7,04 para R$ 7,67 (nível 2 – ensino fundamental 2, nível médio e curso profissionalizantes). Os professores que ganham acima do piso salarial foram contemplados com um reajuste de 8,22%. Conforme o sindicato, a greve afetou 300 mil alunos em 75% das escolas no estado.
“Não tivemos nenhum direito retirado. A nossa avaliação é de vitória. Significa a valorização do nosso trabalho, que é muito importante para transformar o nosso país”, declarou o presidente do Sinpro-PE, Jackson Bezerra. A categoria também receberá um adicional referente ao pagamento do trabalho extraclasse. O reajuste será de 8,5% sobre o salário dos professores, incluindo o 13°.
“A nossa luta não foi apenas pelo aumento salarial, lutamos pela manutenção e ampliação de conquistas que garantisse aos professores boas condições de trabalho”, afirmou Bezerra. “Mostramos para os patrões que nossa pauta é diferente, o nosso foco é a regulamentação, valorização do professor no setor privado de ensino e melhores condições de trabalho para nossa categoria”, acrescentou.
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