Professores em greve acampam na Câmara Municipal de Fortaleza

Os professores da rede municipal de Fortaleza, em greve há três semanas, ocuparam, na manhã de hoje (9), a Câmara Municipal de Fortaleza. Sem canal de negociação com a Prefeitura, os professores pressionam os vereadores

Os professores da rede municipal de Fortaleza, em greve há três semanas, ocuparam, na manhã de hoje (9), a Câmara Municipal de Fortaleza. Sem canal de negociação com a Prefeitura, os professores pressionam os vereadores
Os professores da rede municipal de Fortaleza, em greve há três semanas, ocuparam, na manhã de hoje (9), a Câmara Municipal de Fortaleza. Sem canal de negociação com a Prefeitura, os professores pressionam os vereadores (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 - Os professores da rede municipal de Fortaleza, em greve há três semanas, ocuparam, na manhã de hoje (9), a Câmara Municipal de Fortaleza. Sem canal de negociação com a Prefeitura, os professores pressionam os vereadores.

Os manifestantes devem entregar aos vereadores uma proposta para se negociada com a Prefeitura de Fortaleza. A Câmara criou uma comissão para conversar com o comando de greve e tentar solucionar o impasse. 

Os professores cobram da Prefeitura de Fortaleza o reajuste do piso salarial da categoria, nos termos da lei federal Lei nº 13.005/ 2014 - Plano Nacional de Educação (PNE). A lei prevê reajuste automático anual em janeiro, de 6,81%, além da inflação, decorrente da Portaria 1.595, de 28/12/2017 – MEC a ser concedido em 01/01/2018 e em atraso pela gestão municipal. O prefeito deu, até agora, aumento de 2,95%.

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Além do reajuste de 6,81% no Piso Salarial, determinado pelo Ministério da Educação (MEC), e das chamadas “pecunhas”, gratificações destinadas aos servidores; a categoria reivindica ainda “melhorias das condições de trabalho, segurança nas escolas e investimento em fardamentos e materiais para os estudantes”,  segundo a diretora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Fortaleza (Sindiute), Ana Cristina Guilherme.

O prefeito Roberto Cláudio diz que só retoma as negociações se os professores suspenderem a greve. A justiça decretou a ilegalidade da greve há mais de uma semana, determinando multa de R$ 10 mil por dia, em caso de descumprimento, mas o professores decidiram manter a paralisação.

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