Professores bloqueiam entrada da Sefaz

Professores pressionam o governo pela realização de uma audiência de negociação com o movimento grevista, que completa, nesta semana, um mês e meio; docentes exigem a presença do secretário estadual da pasta, Giovani Felte; educadores chegaram a colocar cadeados nos portões da Secretaria

Professores pressionam o governo pela realização de uma audiência de negociação com o movimento grevista, que completa, nesta semana, um mês e meio; docentes exigem a presença do secretário estadual da pasta, Giovani Felte; educadores chegaram a colocar cadeados nos portões da Secretaria
Professores pressionam o governo pela realização de uma audiência de negociação com o movimento grevista, que completa, nesta semana, um mês e meio; docentes exigem a presença do secretário estadual da pasta, Giovani Felte; educadores chegaram a colocar cadeados nos portões da Secretaria (Foto: Leonardo Lucena)


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Sul 21 - Um grupo de dezenas de professores estaduais bloqueou, no começo da manhã desta terça-feira (17), a entrada do prédio da Secretaria Estadual da Fazenda, em Porto Alegre, para pressionar o governo pela realização de uma audiência de negociação com o movimento grevista – que completa, nesta semana, um mês e meio. Docentes exigem, na reunião, a presença do secretário estadual da pasta, Giovani Feltes. Educadores chegaram a colocar cadeados nos portões da Secretaria. O Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar acompanha o ato, e até a publicação desta notícia não houve incidentes violentos.

“Enquanto o governo não apresentar uma proposta para finalizar o movimento, estaremos fortalecendo-o e chamando a comunidade para vir conosco”, afirmou a presidenta do Cpers/Sindicato, Helenir Aguiar Schürer.

O sindicato lançou, nesta manhã, a moeda da “sensibilidade”, em referência a uma fala do secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Branco, na última reunião entre sindicato e governo – na qual, de acordo com os professores, nenhuma proposta foi apresentada pela administração estadual. “A partir de hoje vamos pagar nossas contas com sensibilidade”, ironizou a sindicalista, em um vídeo gravado em frente à Sefaz, nesta manhã.

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Mais tarde, no final da manhã, professores vão para a praça da Matriz, em frente ao Piratini e à Assembleia Legislativa, para o Ato Estadual da Greve e Vigília. A mobilização, além de cobrar uma proposta governamental para o fim da greve, pretende realizar pressão contra a votação, no Legislativo, de projetos que “atacam os direitos dos educadores e educadoras”.

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