Produtividade: saldo de matérias relevantes foi de 72% na Assembleia

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) concluiu o ano de 2017 apresentando um saldo expressivo de projetos relevantes; do total de 637 matérias protocoladas, 72% podem ser consideradas de relevância, ou seja, que produzem benefícios à população; índice obtido no primeiro ano da gestão do presidente da Casa, deputado José Vitti (PSDB), é o maior dos últimos anos; informação consta de matéria publicada na edição desta segunda-feira, 8 de janeiro, que aponta como irrelevantes apenas 28% das propostas apresentadas, a exemplo de títulos de cidadania, mudanças de nomenclatura e alterações no calendário oficial

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Goiás 247 - A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) concluiu o ano de 2017 apresentando um saldo expressivo de projetos relevantes. Do total de 637 matérias protocoladas, 72% podem ser consideradas de relevância, ou seja, que produzem benefícios à população.  

O índice obtido no primeiro ano da gestão do presidente da Casa, deputado José Vitti (PSDB), é o maior dos últimos anos. A informação consta de matéria publicada na edição desta segunda-feira, 8 de janeiro, que aponta como irrelevantes apenas 28% das propostas apresentadas, a exemplo de títulos de cidadania, mudanças de nomenclatura e alterações no calendário oficial

Levantamento publicado na Folha de S.Paulo em novembro passado revelou que a Alego está no topo dos índices de eficiência e menor custo entre as Assembleias Legislativas de todo o país.

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A pesquisa foi feita pelo cientista de dados Leonardo Sales, mestre em economia do setor público pela Universidade de Brasília (UNB), que coletou informações sobre 26 Assembleias Legislativas e a Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Além da quantidade de leis e do orçamento as casas legislativas, o levantamento comparou outros indicadores que pudessem avaliar a eficiência dos gastos públicos no custeio das Assembleias Legislativas.

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Goiás encabeçou o ranking das Assembleias mais eficientes do país. Os legislativo goiano destacou-se pelo volume de leis criadas e pelo menor custo orçamentário em comparação ao número de habitantes e ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado.

Na outra ponta, as Assembleias de menor produtividade e muito gastos são as do Pará e de Mato Grosso. A Assembleia de Minas Gerais teve o maior orçamento, 1,2 bilhão de reais, quase o dobro da Assembleia de São Paulo, com orçamento de 700 milhões de reais.

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