Procuradoria recusa acordo que cita propina a Paulo Preto

O operador do PSDB Paulo Vierira de Souza, o Paulo Preto, segue blindado pelo poder judiciário; a Procuradoria Geral do Estado de São Paulo (PGE) recusou um acordo no qual a empreiteira Andrade Gutierrez dizia ter pago propina em duas obras superfaturadas do Complexo Jacú-Pêssego; na prática, ela recusou provas contra o ex-diretor da Dersa ligado aos tucanos; a empresa também havia aceitado pagar R$ 55 milhões para reparar o crime de cartel

Procuradoria recusa acordo que cita propina a Paulo Preto
Procuradoria recusa acordo que cita propina a Paulo Preto (Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado)


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247 - A Procuradoria Geral do Estado de São Paulo (PGE) recusou um acordo no qual a empreiteira Andrade Gutierrez dizia ter pago propina em duas obras superfaturadas do Complexo Jacú-Pêssego. Na prática, ela recusou provas contra o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. A empresa também havia aceitado pagar R$ 55 milhões para reparar o crime de cartel.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "a PGE é o órgão encarregado de zelar pelos interesses do Estado. Com a recusa, o governo deixará de receber R$ 50 milhões e ficará sem as supostas provas contra Paulo Preto; os R$ 5 milhões restantes eram destinados à Prefeitura de São Paulo".

Segundo o jornal, a Procuradoria informou que o acerto era lesivo ao estado.

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A matéria acrescenta que "o acordo deveria ter sido assinado na última sexta-feira (28), mas de última hora a Procuradoria alegou que o acordo não dava proteção total ao estado em caso de superfaturamento na obra".

 

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