Procurador da Assembleia pede exoneração
Marcos Guerra, procurador-geral do Poder Legislativo no Estado, protocolou nesta sexta-feira a solicitação de sua exoneração, “de forma irretratável”; pedido ocorre em um momento em que a Assembleia precisará recorrer ao assessoramento jurídico para se livrar de acusações de ilegalidades denunciadas pelo deputado João Henrique Caldas (PTN) ao Ministério Público
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GazetaWeb - Em um momento em que a Assembleia Legislativa do Estado precisará recorrer ao assessoramento jurídico para se livrar de acusações de ilegalidades denunciadas pelo deputado João Henrique Caldas (PTN) ao Ministério Público Estadual (MP), o procurador-geral do Poder Legislativo, Marcos Guerra, protocolou ontem a solicitação de sua exoneração, "de forma irretratável".
Profissional de nível técnico reconhecido no meio jurídico, Guerra venceu muitas batalhas judiciais em favor da defesa das prerrogativas da Assembleia, a exemplo da que defendeu a indicação do futuro conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TC), ainda pendente de julgamento nas esferas superiores.
Foi a segunda vez que Marcos Guerra deixou o cargo, a pedido. Sua presença na Assembleia começou em março de 2008, quando o então presidente interino Alberto Sextafeira (PSB) pediu medidas urgentes para regularizar a folha de pagamento da Assembleia, alvo da Operação Taturana, em dezembro de 2007. Em março de 2009, passou a ser sub-procurador. E retomou o cargo após dois meses.
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