'Prioridade do PDT é barrar Reforma da Previdência'
O deputado federal André Figueiredo (CE) foi eleito por unanimidade o novo líder do PDT na Câmara dos Deputados. Sua primeira missão no comando será trabalhar para impedir a votação da Reforma da Previdência. Para o parlamentar, quanto mais aprofundado for o debate sobre o tema da Reforma da Previdência (PEC 287), mais incongruências serão encontradas entre o discurso do Governo e a realidade. “Esse governo vem fazendo jogo de números e gerando uma situação de extrema intranquilidade, defendendo a aprovação de uma medida perversa para o Brasil, ainda como parte de um pacote de maldades sobre a economia produtiva e o trabalhador, e que só aprofundará a crise no Brasil”, alerta
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Ceará 247 - A bancada do PDT na Câmara escolheu, nesta quarta-feira (6), o deputado André Figueiredo (CE) para novo líder do partido na Casa em 2018. O parlamentar, eleito por unanimidade, assume a liderança a partir do dia 21 de dezembro de 2017, substituindo o deputado Weverton Rocha (MA). A bancada do PDT reafirmou na reunião, que teve a participação do presidente da legenda, Carlos Lupi, o fechamento de questão contra a reforma da Previdência.
E a primeira missão do novo líder pedetista é trabalhar para impedir a votação da Reforma da Previdência, proposta pelo Governo. Para André Figueiredo, quanto mais aprofundado for o debate sobre o tema da Reforma da Previdência (PEC 287), mais incongruências serão encontradas entre o discurso do Governo e a realidade. O pedetista contesta os dados apresentados em relação ao suposto déficit previdenciário.
“Esse governo vem fazendo jogo de números e gerando uma situação de extrema intranquilidade, defendendo a aprovação de uma medida perversa para o Brasil, ainda como parte de um pacote de maldades sobre a economia produtiva e o trabalhador, e que só aprofundará a crise no Brasil”, alerta.
O parlamentar explica que os dados demonstram que o principal problema econômico do País está relacionado à sonegação e evasão de impostos. Ele destaca, ainda, que estes crimes equivalem a 13% do Produto Interno Bruto (PIB), mesma quantia que é gasta para manter todo o sistema de Previdência Social. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), empresas deixam de pagar R$ 500 bilhões ao Estado anualmente.
“A pergunta que não quer calar é: por que o Governo tem tanta dificuldade em cobrar e impedir esses crimes? Segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, só em relação à Previdência Social, quase 700 mil empresas brasileiras devem R$ 302 bilhões. A dívida de inadimplentes e sonegadores é três vezes maior do que o suposto déficit apresentado como justificativa para a PEC 287”, destaca André.
(Com informações do PDT.org.br)
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