Previsto para setembro, mergulhão na Tancredo Neves ficará para 2014
Desorganização, falhas no projeto e dívidas deixadas pela administração passada seriam causa de problemas da Emurb; informação é do jornalista André Barros, do Correio de Sergipe; "para se ter uma ideia de como as coisas estão travadas na Emurb, o projeto original do mergulhão, por exemplo, que utilizava sapatas, não pode ser posto em prática por causa da qualidade do solo existente naquela área. E, de lá para cá, nem mesmo as sugestões apresentadas, para modificações estruturais no projeto original, conseguiram passar por uma análise técnica no órgão", informa
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Atualizado em 24 de May de 2019, 04:34
Previsto para setembro, mergulhão na Tancredo Neves ficará para 2014
Sergipe 247 - O jornalista André Barros aponta em sua coluna, na edição desta quinta-feira (6), no jornal Correio de Sergipe, que há uma série de dificuldades de encaminhamento de projetos na Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), o que acarretará em atraso na entrega de obras, como o mergulhão da avenida Tancredo Neves.
A obra do mergulhão foi deixada pela gestão anterior. Na atual administração, o novo prazo para entrega da via é setembro deste ano. No entanto, basta passar no local para duvidar desta data, já que é visível a lentidão da obra.
Confira a coluna na íntegra:
Mergulhão só no ano que vem
De acordo com informações de um funcionário graduado da Emurb, que me pediu para não ser identificado, dificilmente, o chamado “mergulhão” da Tancredo Neves ficará pronto ainda este ano. É que a Empresa Municipal de Serviços Urbanos está sofrendo com a carência de profissionais especializados e apresenta alta demanda de serviços em todos os setores. O próprio secretário Luiz Durval, apesar do pouco tempo à frente da pasta, já está exaurido e não irá conseguir, praticamente sozinho, sem formar uma equipe de sua inteira confiança, resolver todas as pendências da capital, até o final do ano.
Para se ter uma ideia de como as coisas estão travadas na Emurb, o projeto original do mergulhão, por exemplo, que utilizava sapatas, não pode ser posto em prática por causa da qualidade do solo existente naquela área. E, de lá para cá, nem mesmo as sugestões apresentadas, para modificações estruturais no projeto original, conseguiram passar por uma análise técnica no órgão. Ou seja, nada anda a contento na viabilização dos projetos antigos da Casa e, dificilmente, novos projetos conseguirão ser executados nesses próximos meses.
Outra marca registrada da Emurb, o recapeamento de ruas, é algo hoje quase que impensável e a operação tapa buracos, ora em curso, carece de maior agilidade e de mais recursos, pois a dívida da empresa com a compra de asfalto junto à Petrobras é pesada, já foi inclusive renegociada pela atual administração, mas só aumenta dia após dia. Portanto, antes de qualquer novo projeto de João Alves Filho para a nossa cidade, é capital que o setor de obras e urbanismo da Prefeitura de Aracaju passe por uma “reforma” urgentíssima
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