Preso é mantido amarrado a cabo de aço em delegacia de Alvorada

O problema da falta de vagas em penitenciárias e da superlotação das carceragens das delegacias de polícia prossegue no Rio Grande do Sul; um homem detido ainda no sábado era mantido amarrado por um cabo de aço, que conectava as algemas a uma janela, do lado de fora da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Alvorada; de acordo com a Polícia Civil, a delegacia possui duas celas, que já estavam ocupadas por duas pessoas cada – o limite máximo do local -, o que levou os servidores a colocarem o homem sentado do lado de fora da delegacia e amarrado pelo cabo de aço; ele está sendo custodiado por um policial militar

O problema da falta de vagas em penitenciárias e da superlotação das carceragens das delegacias de polícia prossegue no Rio Grande do Sul; um homem detido ainda no sábado era mantido amarrado por um cabo de aço, que conectava as algemas a uma janela, do lado de fora da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Alvorada; de acordo com a Polícia Civil, a delegacia possui duas celas, que já estavam ocupadas por duas pessoas cada – o limite máximo do local -, o que levou os servidores a colocarem o homem sentado do lado de fora da delegacia e amarrado pelo cabo de aço; ele está sendo custodiado por um policial militar
O problema da falta de vagas em penitenciárias e da superlotação das carceragens das delegacias de polícia prossegue no Rio Grande do Sul; um homem detido ainda no sábado era mantido amarrado por um cabo de aço, que conectava as algemas a uma janela, do lado de fora da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Alvorada; de acordo com a Polícia Civil, a delegacia possui duas celas, que já estavam ocupadas por duas pessoas cada – o limite máximo do local -, o que levou os servidores a colocarem o homem sentado do lado de fora da delegacia e amarrado pelo cabo de aço; ele está sendo custodiado por um policial militar (Foto: Leonardo Lucena)


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Luís Eduardo Gomes, Sul 21 - O problema da falta de vagas em penitenciárias e da superlotação das carceragens das delegacias de polícia prossegue no Rio Grande do Sul. Na manhã desta segunda-feira (4), um homem detido ainda no sábado era mantido amarrado por um cabo de aço, que conectava as algemas a uma janela, do lado de fora da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Alvorada.

Segundo informações da Polícia Civil, a delegacia possui duas celas, que já estavam ocupadas por duas pessoas cada – o limite máximo do local -, o que levou os servidores a colocarem o homem sentado do lado de fora da delegacia e amarrado pelo cabo de aço. Ele está sendo custodiado por um policial militar. O detido era foragido da Justiça, mas não há informações sobre o crime do qual é acusado.

De acordo com um servidor plantonista, esta situação é corriqueira na DPPA devido a constante falta de vagas nas penitenciárias do Estado. Ele ainda informou que outros dois presos estão sendo encaminhados para a DPPA nesta manhã e que uma solução semelhante deve ser encontrada para mantê-lo sob custódia.

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A Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), responsável pelo gerenciamento das vagas prisionais no Estado, informa que, na contagem realizada nesta manhã, havia 79 presos em delegacias ou sendo mantidos em viaturas da Brigada Militar.

A expectativa do governo do Estado era acabar com a situação da superlotação das carceragens com a abertura do segundo módulo da Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan 2), mas isso não se concretizou.

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