Presidência da Usiminas vira caso de Justiça

O grupo japonês Nippon Steel, que compartilha o controle acionário da Usiminas com o conglomerado ítalo-argentino Ternium/Techint, aguarda um posicionamento da Justiça mineira sobre o pedido de anulação dos efeitos da reunião extraordinária de acionistas; o objetivo da empresa é reconduzir Rômel Erwin de Souza à presidência da siderúrgica mineira; em menos de seis meses, pela segunda vez, a Nippon recorre ao Judiciário para impedir a substituição do executivo, de sua confiança, pelo colega de diretoria Sérgio Leite, o preferido da Ternium, agora no comando da empresa

O grupo japonês Nippon Steel, que compartilha o controle acionário da Usiminas com o conglomerado ítalo-argentino Ternium/Techint, aguarda um posicionamento da Justiça mineira sobre o pedido de anulação dos efeitos da reunião extraordinária de acionistas; o objetivo da empresa é reconduzir Rômel Erwin de Souza à presidência da siderúrgica mineira; em menos de seis meses, pela segunda vez, a Nippon recorre ao Judiciário para impedir a substituição do executivo, de sua confiança, pelo colega de diretoria Sérgio Leite, o preferido da Ternium, agora no comando da empresa
O grupo japonês Nippon Steel, que compartilha o controle acionário da Usiminas com o conglomerado ítalo-argentino Ternium/Techint, aguarda um posicionamento da Justiça mineira sobre o pedido de anulação dos efeitos da reunião extraordinária de acionistas; o objetivo da empresa é reconduzir Rômel Erwin de Souza à presidência da siderúrgica mineira; em menos de seis meses, pela segunda vez, a Nippon recorre ao Judiciário para impedir a substituição do executivo, de sua confiança, pelo colega de diretoria Sérgio Leite, o preferido da Ternium, agora no comando da empresa (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - O grupo japonês Nippon Steel, que compartilha o controle acionário da Usiminas com o conglomerado ítalo-argentino Ternium/Techint, aguarda um posicionamento da Justiça mineira sobre o pedido de anulação dos efeitos da reunião extraordinária de acionistas. O objetivo da empresa é reconduzir Rômel Erwin de Souza à presidência da siderúrgica mineira. Em menos de seis meses, pela segunda vez, a Nippon recorre ao Judiciário para impedir a substituição do executivo, de sua confiança, pelo colega de diretoria Sérgio Leite, o preferido da Ternium, agora no comando da empresa. 

A justificativa para o afastamento de Rômel foi a de uma violação do estatuto social da Usiminas. O executivo firmou memorando, com sua única assinatura, referente ao contrato que rege a operação de compra de matéria-prima pela Usiminas da Mineração Usiminas, empresa controlada pela própria siderúrgica e a japonesa Sumitomo Corporation, o chamado Offtake Agreement. A Nippon não informou sobre o ingresso da ação, que tem solicitação de segredo de Justiça.

De acordo com o advogado do grupo japonês, João Marcelo Pacheco, do escritório Pinheiro Neto, de São Paulo, o memorando é um documento genérico, que explicitou a intenção da Usiminas de continuar negociando. Não foi contrato ou pré-contrato, muito menos vinculado obrigações entre as partes, disse ele. “Não vemos nenhuma ilegalidade na conduta do sr. Rômel, então, não poderia ter havido manifestação de conselheiros em voto livre na reunião”, afirmou. O relato foi publicado no Estado de Minas.

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Segundo o grupo, não houve sustentação jurídica para embasar a destituição, em descumprimento do acordo de acionistas, que prevê consenso entre os controladores na indicação do presidente da siderúrgica. Em 23 de março, o Conselho de Administração aprovou, por sete votos a favor, a troca de presidentes. Na mesma data foi eleito presidente Sérgio Leite, vice-presidente Comercial da Usiminas. 

 

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