Prefeitura quer obrigar servidores a saírem de férias de forma compulsória, diz sindicato
O Sindicato dos Servidores Municipais de Palmas (Sisemp) afirma que, após quase um semestre em que servidores municipais da Prefeitura de Palmas tiveram dificuldades ou não conseguiram tirar suas férias, o prefeito Carlos Amastha (PSB) pretende obrigá-los a saírem de férias, compulsoriamente, a partir da segunda quinzena deste mês de dezembro, ou, durante o mês de janeiro, sem aviso ou programação prévia, impedindo o servidor de planejar suas férias; o presidente do Sisemp afirmou que o sindicato tomará as medidas legais cabíveis; “Não estamos tratando de máquinas que são ligadas e desligadas na conveniência do usuário. São pessoas, trabalhadores que merecem respeito para que possam descansar com dignidade”
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Tocantins 247 - O Sindicato dos Servidores Municipais de Palmas (Sisemp) afirma que, após quase um semestre em que servidores municipais da Prefeitura de Palmas tiveram dificuldades ou não conseguiram tirar suas férias, o prefeito Carlos Amastha (PSB) pretende obrigá-los a saírem de férias, compulsoriamente, a partir da segunda quinzena deste mês de dezembro, ou, durante o mês de janeiro, sem aviso ou programação prévia, impedindo o servidor de planejar suas férias.
De acordo a entidade, apesar de a gestão municipal ter a prerrogativa de definir o período de férias dos servidores, este direito pode ser concedido atendendo tanto os interesses do trabalhadores como da prefeitura. “Esta medida é arbitrária e denota a falta de sensibilidade do prefeito Amastha, que não administra pensando em pessoas”, disse o presidente do Sindicato, Heguel Albuquerque.
O sindicalista afirmou que, desde o início da governo Amastha, a concessão de férias aos servidores tem sido dificultada, e que, somente na sua primeira gestão, o direito foi suspenso por duas vezes. Segundo Heguel, em 2017, em meio ao não pagamento da data-base e das progressões, as férias eram negadas, mesmo sem suspensão oficial. "Agora o direito é concedido de forma compulsória, e muitos continuam sem ter como se programar", acrescentou.
O presidente do Sisemp afirmou que o sindicato tomará as medidas legais cabíveis. “Não estamos tratando de máquinas que são ligadas e desligadas na conveniência do usuário. São pessoas, trabalhadores que merecem respeito para que possam descansar com dignidade”, complementou.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247