Pré-candidato em SP, Garcia quer cobrança em universidades públicas

O secretário estadual de habitação de SP, Rodrigo Garcia, vice-presidente nacional do DEM, lançou sua pré-candidatura ao governo de São Paulo afirmando que as universidades estaduais USP, Unesp e Unicamp devem cobrar mensalidade dos seus alunos, de acordo com a renda familiar, e as pesquisas realizadas nas três instituições de ensino têm de ser vendidas; Garcia afirma que pretende se mostrar como o candidato "liberal para valer" em 2018

O secretário estadual de habitação de SP, Rodrigo Garcia, vice-presidente nacional do DEM, lançou sua pré-candidatura ao governo de São Paulo afirmando que as universidades estaduais USP, Unesp e Unicamp devem cobrar mensalidade dos seus alunos, de acordo com a renda familiar, e as pesquisas realizadas nas três instituições de ensino têm de ser vendidas; Garcia afirma que pretende se mostrar como o candidato "liberal para valer" em 2018
O secretário estadual de habitação de SP, Rodrigo Garcia, vice-presidente nacional do DEM, lançou sua pré-candidatura ao governo de São Paulo afirmando que as universidades estaduais USP, Unesp e Unicamp devem cobrar mensalidade dos seus alunos, de acordo com a renda familiar, e as pesquisas realizadas nas três instituições de ensino têm de ser vendidas; Garcia afirma que pretende se mostrar como o candidato "liberal para valer" em 2018 (Foto: Giuliana Miranda)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - As universidades estaduais de São Paulo - USP, Unesp e Unicamp - devem cobrar mensalidade dos seus alunos, de acordo com a renda familiar, e as pesquisas realizadas nas três instituições de ensino têm de ser vendidas. Essas são duas das propostas defendidas pelo pré-candidato ao governo de São Paulo Rodrigo Garcia (DEM), secretário estadual de habitação e vice-presidente nacional do partido. Ao divulgar suas pretensões eleitorais ao Valor, Garcia afirma que pretende se mostrar como o candidato "liberal para valer" em 2018.

Secretário da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) desde 2011, o dirigente do DEM afirma que a pulverização da base de apoio do governador nas próximas eleições incentivou a sua pré-candidatura. "Neste momento, existe um espaço de renovação na política paulista e preencho essas características de renovação com experiência. Tive não só apoio, mas o entusiasmo do meu partido para essa candidatura", diz Garcia. O governador não tem um nome "natural" para sua sucessão no próximo ano e o secretário é o terceiro integrante do governo a lançar-se para 2018: o vice-governador, Márcio França, é pré-candidato pelo PSB e o secretário de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, tenta se viabilizar pelo PSDB.

Aos 43 anos, Garcia diz que a Educação deve ser a principal bandeira de sua campanha e afirma que a cobrança pelos serviços públicos é uma "questão de princípio". "Há uma distorção no investimento do ensino público no Brasil. Gasta-se muito no [ensino] superior e pouco no fundamental. Temos que corrigir isso", diz.

continua após o anúncio

Se a pré-candidatura for viabilizada, Garcia deve deixar o governo paulista no início do próximo ano, junto com Alckmin, pré-candidato à Presidência pelo PSDB. 

As informações são de reportagem de Fernando Taquari e Cristiane Agostine do Valor.

continua após o anúncio
continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247