Por disputa em Sergipe, PSC não apoiará Dilma em 2014

Partido que integra hoje a base de apoio ao Governo Federal, o PSC decidiu que não estará na mesma chapa do PT e PMDB, pois são os partidos que a sigla enfrentará em Sergipe em 2014; por isso, legenda poderá apoiar Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) ou até Marina Silva; direção do PSC mostra que aposta todas as fichas na candidatura de Eduardo Amorim a governador

Por disputa em Sergipe, PSC não apoiará Dilma em 2014
Por disputa em Sergipe, PSC não apoiará Dilma em 2014 (Foto: Luiz Alves)


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Sergipe 247 – O Diretório do PSC em Sergipe é quem orientará a política de alianças da sigla na disputa presidencial de 2014. Como tem projeto de lançar o senador Eduardo Amorim candidato a governador, que tende a ter como adversário o vice-governador Jackson Barreto (PMDB), que, por sua vez, será apoiado pelo governador Marcelo Déda (PT), ficou definido nesta terça-feira (26), em Brasília, que o PSC não estará no palanque da reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seu vice, Michel Temer (PMDB).

Esta informação é o tema de abertura da coluna Plenário, do jornalista Diógenes Brayner, no Correio de Sergipe. Diz o texto: “A continuidade da aliança conflita com os objetivos do PSC&Cia em Sergipe e isso foi bem conversado na reunião de Brasília ontem. O PSC tem candidato a governador no Estado – senador Eduardo Amorim – e terá como adversário um nome do PMDB, vice-governador Jackson Barreto, com o apoio de todo o bloco liderado pelo PT, através do governador Marcelo Déda, que deve tentar o Senado”.

E prossegue: “Nessas circunstâncias, como percebeu Edvan Amorim, que se encontrava na reunião, fica impossível uma aliança em Brasília e outra em Sergipe. O líder do PSC na Câmara Federal, deputado André Moura, sugere que dentro desse quadro a legenda pode lançar candidatura própria ou apoiar nomes como o do senador por Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), ou o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), caso ele saia candidato. O PSC não terá problema em apoiar até a uma candidatura da ex-senadora Marina Silva, que acabou de fundar um novo partido: Rede”.

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Embora tenha tomado esta decisão, o PSC não deixará agora a base de apoio ao Governo Dilma. Irá esperar pela definição de candidaturas da oposição, “quando terão que adotar posições mais para decidir no Estado, que no campo da disputa presidencial”, como anota Brayner. Tomada esta decisão, o PSC Nacional mostra que apostará todas as fichas na disputa pelo Governo de Sergipe.

 

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