Podemos pede desfiliação de deputado do TO alvo da PF
A Executiva Nacional do Podemos pediu o imediato cancelamento da filiação do deputado federal Carlos Gaguim (TO) do partido em consequência da 6ª fase da Operação Ápia, que mira o parlamentar; de acordo com nota enviada pelo partido, o Podemos "apoia a investigação com a ampla apuração dos crimes cometidos e a consequente responsabilização dos envolvidos, para que todos sejam punidos com o máximo rigor da Lei, independentemente de posição ou cargo ocupado"; a operação investiga a suposta existência de uma organização que corrompia servidores públicos e políticos, fraudando licitações e execução de contratos administrativos para obras de terraplanagem e pavimentação asfáltica em rodovias do estado em valores que superaram a R$ 850 milhões
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Tocantins 247 - A Executiva Nacional do Podemos pediu o imediato cancelamento da filiação do deputado federal Carlos Gaguim (TO)do partido em consequência da 6ª fase da Operação Ápia, que mira o parlamentar. De acordo com nota enviada pelo partido, o Podemos "apoia a investigação com a ampla apuração dos crimes cometidos e a consequente responsabilização dos envolvidos, para que todos sejam punidos com o máximo rigor da Lei, independentemente de posição ou cargo ocupado". A operação investiga a suposta existência de uma organização que corrompia servidores públicos e políticos, fraudando licitações e execução de contratos administrativos para obras de terraplanagem e pavimentação asfáltica em rodovias do estado em valores que superaram a R$ 850 milhões.
O parlamentar afirmou que é vítima de calúnia, após o empresário Rossine Ayres Guimarães, proprietário da Construtora Rio Tocantins, ter citado o parlamentar em acordo de delação premiada. O congressista disse que, que no período em que governou o estado, no qual exerceu mandato der 14 meses em substituição à Marcelo Miranda (PMDB) - cassado à época pelo TSE - a empresa não venceu licitação alguma e as obras em curso foram contratadas pelo governo anterior.
"Durante meu mandato no Governo do Estado (setembro de 2009 a dezembro de 2010), a empresa citada pelo delator não logrou êxito em vencer qualquer licitação, inexistindo contratos novos firmados neste período com a referida empresa. As obras da empresa em questão que já haviam sido licitadas e contratadas no governo anterior, não foram interrompidas e continuaram com o curso normal", disse Gaguim, por meio de nota.
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