PMDB do RS, PR e SC se juntarão no #OcupaTRF4

Os diretórios estaduais do PMDB do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina engrossarão as manifestações do #OcupaTRF4 em Porto Alegre, dia 24 janeiro, em defesa da democracia e por eleições livres; nesses três estados do Sul, PMDB e PT se juntaram na tarefa de garantir a participação do ex-presidente Lula nas eleições de 2018; para os peemedebistas, assim como para os petistas, eleições sem Lula é fraude; condenado sem provas, o petista também líder absoluto nas pesquisas eleitorais

Os diretórios estaduais do PMDB do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina engrossarão as manifestações do #OcupaTRF4 em Porto Alegre, dia 24 janeiro, em defesa da democracia e por eleições livres; nesses três estados do Sul, PMDB e PT se juntaram na tarefa de garantir a participação do ex-presidente Lula nas eleições de 2018; para os peemedebistas, assim como para os petistas, eleições sem Lula é fraude; condenado sem provas, o petista também líder absoluto nas pesquisas eleitorais
Os diretórios estaduais do PMDB do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina engrossarão as manifestações do #OcupaTRF4 em Porto Alegre, dia 24 janeiro, em defesa da democracia e por eleições livres; nesses três estados do Sul, PMDB e PT se juntaram na tarefa de garantir a participação do ex-presidente Lula nas eleições de 2018; para os peemedebistas, assim como para os petistas, eleições sem Lula é fraude; condenado sem provas, o petista também líder absoluto nas pesquisas eleitorais (Foto: Leonardo Lucena)


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247, com Blog do Esmael - Os diretórios estaduais do PMDB do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina engrossarão as manifestações do #OcupaTRF4 em Porto Alegre, dia 24 janeiro, em defesa da democracia e por eleições livres.

No Paraná, o ex-secretário da Educação Maurício Requião, irmão do senador Roberto Requião, é um dos generais da mobilização das caravanas rumo à capital gaúcha.

Nesses três estados do Sul, PMDB e PT se juntaram na tarefa de garantir a participação do ex-presidente Lula nas eleições de 2018. Para os peemedebistas, assim como para os petistas, eleições sem Lula é fraude.

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Lula foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão pelo juiz Sergio Moro no caso do tripléx do Guarujá. O Ministério Público Federal denunciou Lula, em setembro do ano passado, alegando que o ex-presidente recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012, através de um triplex no Guarujá (SP).

Vale ressaltar que um dos procuradores, Henrique Pozzobon admitiu não existir "prova cabal" de que o petista é "proprietário no papel" do tripléx. 

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"Precisamos dizer desde já que, em se tratando da lavagem de dinheiro, ou seja, em se tratando de uma tentativa de manter as aparências de licitude, não teremos aqui provas cabais de que Lula é o efetivo proprietário no papel do apartamento, pois justamente o fato de ele não figurar como proprietário do tríplex, da cobertura em Guarujá é uma forma de ocultação, dissimulação da verdadeira propriedade", disse o procurador.

Nove meses antes, em janeiro, o ex-presidente publicou no site do Instituto Lula um dossiê em que disponibiliza todos os documentos referentes ao apartamento. Foram publicados seus contratos com a Bancoop, sua declaração de Imposto de Renda, a declaração de bens ao Tribunal Superior Eleitoral e os contratos que compravam a desistência da ex-primeira-dama Marisa Letícia em continuar com o imóvel.

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"A mesquinhez dessa 'denúncia', que restará sepultada nos autos e perante a História, é o final inglório da maior campanha de perseguição que já se fez a um líder político neste País", diz o texto (leia mais aqui, inclusive, os documentos).

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