Pimentel: “voto é sagrado e tem de ser respeitado”

Em discurso dirigido a prefeitos, o governador de Minas, Fernando Pimentel, enalteceu os mandatários, escolhidos por meio do voto popular nas eleições do ano passado; "Vocês são os legítimos detentores do mais sagrado instrumento que a democracia no mundo inteiro consagrou: o voto popular", disse; "O voto é sagrado e tem de ser respeitado, porque é ele quem dá legitimidade ao regime democrático.O concurso público dá legalidade, mas o que dá legitimidade é o voto, e quem tem mandato e foi eleito pelo voto popular tem de ser respeitado, apoiado e tratado com a dignidade que a República brasileira exige"

Em discurso dirigido a prefeitos, o governador de Minas, Fernando Pimentel, enalteceu os mandatários, escolhidos por meio do voto popular nas eleições do ano passado; "Vocês são os legítimos detentores do mais sagrado instrumento que a democracia no mundo inteiro consagrou: o voto popular", disse; "O voto é sagrado e tem de ser respeitado, porque é ele quem dá legitimidade ao regime democrático.O concurso público dá legalidade, mas o que dá legitimidade é o voto, e quem tem mandato e foi eleito pelo voto popular tem de ser respeitado, apoiado e tratado com a dignidade que a República brasileira exige"
Em discurso dirigido a prefeitos, o governador de Minas, Fernando Pimentel, enalteceu os mandatários, escolhidos por meio do voto popular nas eleições do ano passado; "Vocês são os legítimos detentores do mais sagrado instrumento que a democracia no mundo inteiro consagrou: o voto popular", disse; "O voto é sagrado e tem de ser respeitado, porque é ele quem dá legitimidade ao regime democrático.O concurso público dá legalidade, mas o que dá legitimidade é o voto, e quem tem mandato e foi eleito pelo voto popular tem de ser respeitado, apoiado e tratado com a dignidade que a República brasileira exige" (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - O governador de Minas, Fernando Pimentel, defendeu o respeito ao voto popular e aos princípios democráticos, ao participar de solenidade em que entregou chaves de 123 ambulâncias destinadas a 108 municípios mineiros, com investimento de R$ 8 milhões. Em seu discurso dirigido aos prefeitos e às prefeitas contemplados pela ação, o governador enalteceu os mandatários, escolhidos por meio do voto popular nas eleições do ano passado.

"Vocês são os legítimos detentores do mais sagrado instrumento que a democracia no mundo inteiro consagrou: o voto popular. Vocês passaram, no ano passado, pelo mais sagrado teste da democracia, o teste das urnas, que é o que dá legitimidade a cada um de nós. O voto é sagrado e tem de ser respeitado, porque é ele quem dá legitimidade ao regime democrático. Não é o concurso público. O concurso público dá legalidade, mas o que dá legitimidade é o voto, e quem tem mandato e foi eleito pelo voto popular tem de ser respeitado, apoiado e tratado com a dignidade que a República brasileira exige", enfatizou.

Segundo o chefe do executivo, a crise institucional, política e econômica pela qual passa o País é fruto de um "acúmulo de situações" e que, mesmo com essa adversidade, os prefeitos e prefeitas hoje eleitos “se dispuseram a ir às urnas enfrentar o veredito popular".  

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"Merecem o nosso respeito, nosso apoio e o meu carinho pessoal, porque eu também fui prefeito e sei das dificuldades. O município é a primeira e mais legitima trincheira para a gente começar a resolver os problemas da população. É lá que a população vive, que a pessoa cria a sua família, tem seus sonhos, as suas esperanças, as suas desventuras. E é lá que o governo tem de estar presente", disse.

"Recebam do nosso governo todo apoio e todo carinho, o que não significa que nós vamos conseguir ter dinheiro, pelo contrário, dinheiro é o que mais falta, mas significa que vocês vão ter sempre, do lado de vocês, a Assembleia Legislativa, como está aqui agora, e o Governo do Estado, como sempre estará para ajudá-los a melhorar a qualidade de vida nas cidades que vocês dirigem”, acrescentou.

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Pimentel criticou o que chamou de tempos difíceis, "em que o ódio e a intolerância política, alimentado também pela manipulação descarada das informações, estão nublando a vista e as mentes das pessoas no Brasil". 

"Tempo em que acusações, mesmo mentirosas, desacompanhadas de qualquer evidência ou prova material, ganham espaço nos noticiários e transformam o acusado em culpado. Antes de qualquer procedimento legal, o sujeito é acusado por alguém e é considerado culpado, e começa a ser execrado pelo noticiário político, sem que tenha sido assegurado a ele o menor direito de defesa".

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"O que nós estamos assistindo é um massacre da classe política no país, e é com isso que devemos ter cuidado. Porque, se massacrarmos a democracia e a política, não vai sobrar nada nesse país. Nós já vivemos a ditadura e sabemos o que é. E olha que nós estamos nos aproximando perigosamente de um estado de exceção no Brasil, ainda que sob o manto do Estado de Direito", afirmou.

 

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