Pimentel está em Brasília para conseguir 13° do servidores

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, está em Brasília, para a votação do projeto de securitização das dívidas da União, estados e municípios; com a aprovação da proposta, deverá vir o recurso para pagar o 13° dos servidores públicos no estado; se aprovado na Câmara, vai angariar entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2 bilhão, de acordo com estimativa do governo mineiro; Pimentel disse não ter plano B para obter recurso e quitar o abono natalino

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, está em Brasília, para a votação do projeto de securitização das dívidas da União, estados e municípios; com a aprovação da proposta, deverá vir o recurso para pagar o 13° dos servidores públicos no estado; se aprovado na Câmara, vai angariar entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2 bilhão, de acordo com estimativa do governo mineiro; Pimentel disse não ter plano B para obter recurso e quitar o abono natalino
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, está em Brasília, para a votação do projeto de securitização das dívidas da União, estados e municípios; com a aprovação da proposta, deverá vir o recurso para pagar o 13° dos servidores públicos no estado; se aprovado na Câmara, vai angariar entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2 bilhão, de acordo com estimativa do governo mineiro; Pimentel disse não ter plano B para obter recurso e quitar o abono natalino (Foto: Leonardo Lucena)


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Minas 247 - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, está em Brasília, para a votação do projeto de securitização das dívidas da União, estados e municípios. Com a aprovação da proposta, deverá vir o recurso para pagar o 13° dos servidores públicos no estado. Se aprovado na Câmara, vai angariar entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2 bilhão, de acordo com estimativa do governo mineiro. Pimentel disse não ter plano B para obter recurso e quitar o abono natalino. 

Antes da reunião com os governadores, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou apoio à reforma da Previdência e afirmou que os governadores precisam dizer "em que momento vão ajudar a reduzir despesas".

"Não adianta a gente ficar discutindo a cada seis meses como vai fechar o orçamento dos estados, precisamos discutir decisões permanentes. Que se possa ajudar eles com o projeto da securitização, mas que eles também possam ajudar as reformas", acrescentou o parlamentar.

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