Pimenta cobra que Parlamento impeça autoritarismo de juíza contra Damous

O líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS), cobrou que o Parlamento brasileiro se posicione contra a decisão da juíza Carolina Lebbos que restringiu o direito do deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB/RJ, de advogar para o ex-presidente Lula; “Este Parlamento vai assistir calado e acovardado que uma juíza decida agora aquilo que a ditadura não teve coragem de fazer?”, questionou Pimenta

O líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS), cobrou que o Parlamento brasileiro se posicione contra a decisão da juíza Carolina Lebbos que restringiu o direito do deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB/RJ, de advogar para o ex-presidente Lula; “Este Parlamento vai assistir calado e acovardado que uma juíza decida agora aquilo que a ditadura não teve coragem de fazer?”, questionou Pimenta
O líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS), cobrou que o Parlamento brasileiro se posicione contra a decisão da juíza Carolina Lebbos que restringiu o direito do deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB/RJ, de advogar para o ex-presidente Lula; “Este Parlamento vai assistir calado e acovardado que uma juíza decida agora aquilo que a ditadura não teve coragem de fazer?”, questionou Pimenta (Foto: Leonardo Lucena)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Rio Grande do Sul 247 - O líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS), cobrou que o Parlamento brasileiro se posicione contra a decisão da juíza Carolina Lebbos que restringiu o direito do deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB/RJ, de advogar para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba (PR).

Porém, o partido destaca que o advogado com mandato parlamentar só estaria impedido de advogar contra pessoas jurídicas de Direito Público, sobretudo em face da Fazenda Pública que paga seu salário. 

“Este Parlamento vai assistir calado e acovardado que uma juíza decida agora aquilo que a ditadura não teve coragem de fazer? A juíza decidiu que deputado e deputada que são advogados não podem mais advogar, que senador não pode advogar, contrariando a legislação. É uma afronta ao estado democrático de direito. E esse Parlamento vai assistir de joelhos?”, questionou Pimenta.

continua após o anúncio

O congressista afirmou ser vergonhoso o atual momento histórico, que está sendo ratificado por um silêncio constrangedor diante de tantos desmandos. “Essa Lava Jato representa hoje uma ditadura de toga, e se nós queremos moralizar esse País, hoje mais que nunca, precisamos de uma operação ‘Lava Toga’”, disse Pimenta, citando os privilégios do Judiciário, seu autoritarismo e a perseguição que ele emplaca contra a própria democracia.

“As entidades da magistratura e do Ministério Público se insurgiram diante da indignação do deputado Wadih Damous. Trata-se de uma moral seletiva, são moralistas sem moral, não têm coragem de opinar sobre o auxílio-moradia, que envergonha esse País. Ganham supersalários muito acima do teto, mas se insurgem contra um protesto de um parlamentar diante de uma prerrogativa constitucional que está sendo violada. Mas isso tudo não é contra o deputado Wadih, é contra o Parlamento”, complementou.

continua após o anúncio

Fazendo uma referência direta ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), Pimenta pediu que ele se posicione sobre o caso. “Por isso, presidente, tome uma providência, vá à ministra Cármem Lúcia [presidente do STF] e exija respeito. Ao mesmo tempo, manifeste sua solidariedade ao deputado que está sendo perseguido e impedido de trabalhar pelo simples fato de ser um parlamentar”.

*Com informações do PT na Câmara

continua após o anúncio
continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247